sábado, 16 de dezembro de 2017

Pro Wrestling in Pictures (328) | Bukkake & Mia Khalifa

Bem-vindos a mais um Pro Wrestling in Pictures que tem por objectivo mostrar o melhor e o pior do wrestling basicamente em imagens mas sempre com um toque de humor presente... 

Se quiserem podem enviar as vossas fotos para wrestlingnoticias@gmail.com ou por mensagem para a pagina do WrestlingNoticias no facebook. As melhores serão publicadas!

FYI, image alt text is required

ROH Final Battle 2017 | Live Stream


A Ring of Honor apresenta o seu último PPV deste ano intitulado Final Battle, onde o combate de grande destaque é a defesa do ROH World Championship, no qual o campeão, membro dos Bullet Club, "The American Nightmare" Cody defende o título contra o pretendente, o ex-ROH World Six-Man Tag Team Champion Dalton Castle.

WN Apostas 2017 | ROH Final Battle


A Ring of Honor apresenta o seu último PPV de 2017 chamado Final Battle e esta batalha nas apostas está mesmo a terminar, pois este é o penúltimo PPV na categoria do SURPRISE PPV CHAMPIONSHIP, portanto com 2300 PONTOS, apostem com muito cuidado! Vejam as mudanças, comecem já a fazer as vossas apostas e habilitem-se a um prémio no final da temporada!

sexta-feira, 15 de dezembro de 2017

Opinião Pacífica #8 - Honra ou Sucesso?



Olá, caros leitores do Wrestling Noticias. O meu nome é Marco Paz e sejam bem vindos a mais um Opinião Pacífica.

2017 tem sido um ano de emergência para o mundo do wrestling profissional. Um ano de emergência da popularidade do wrestling, um ano de emergência da qualidade, um ano de emergência nas alternativas de conteúdos. E, se existe companhia que cresceu em 2017, essa foi a Ring Of Honor.

A companhia obteve os melhores números da sua história este ano. Quer seja a nível de audiências, a nível de vendas de merchandising, a nível de exposição… infelizmente, este período que se traduz no período de maior popularidade na história da companhia, acaba por coincidir com um período de menor qualidade no que realmente, falando enquanto fã, importa. O wrestling.



Quer a nível de qualidade em ringue, quer a nível de storylines, este foi, provavelmente, um dos, senão mesmo o ano de menor qualidade na história da companhia. Se retirarmos a caminhada do de Christopher Daniels para conquistar o título da companhia e o combate do título (e, eventualmente, mais um par de combates), não me recordo de momentos de grande qualidade no ano da companhia, algo incomum na companhia que sempre nos habitou por a sua qualidade de excelência.

Existem muitos factores para que isto seja uma realidade. Se por um lado, podemos afirmar que ter um dos piores bookers da actualidade, ajude bastante para que o momento da companhia não seja dos melhores, a verdade é que a companhia levou uma razia de talentos no último 1 ou 2 anos.

Seja porque abandonaram a companhia para ir para a WWE, como é os casos de Donavan Dijak, Lio Rush, Cedric Alexander, Adam Cole, Kyle O’Reilly, Roderick Strong ou Bobby Fish, ou simplesmente porque estavam descontentes e saíram da companhia para terem mais liberdade nas indys, como aconteceu com ACH, Keith Lee, Matt Sydal, Michael Elgin ou Mike Bennett, a verdade é que a companhia sofreu grandes percas a todos os níveis, quer fossem talentos estabelecidos, talentos para o futuro, main eventers, mid carders ou até low carders, a estrutura base da companhia foi abalada forte e feio nos últimos anos.



Ora, podemos afirmar que a “culpa” disto é da WWE, que anda a escoar por completo as companhias independentes e a fazer acumulação de talentos, mas a verdade é que, apesar de também ser um fator, não é, de todo, o mais importante. Todos nós vimos companhias como a EVOLVE, PWG, AAW, PROGRESS e outras que, apesar de toda a razia que também foram afectadas, conseguiram sempre construir novos talentos, substituir os que partiram e criar novas estrelas.

Por cada Roderick Strong ou Drew Galloway que partiram, estava um Matt Riddle ou um Keith Lee pronto para subir. Para cada Zack Sabre Jr., Will Ospreay ou Marty Scurll que, cada vez menos, marcam presença no circuito inglês, existiu um Travis Banks, um Pete Dunne ou um Chris Brooks pronto a subir e a afirmar-se como uma das novas caras.

Até a TNA percebeu que, se quer manter-se fresca e, de alguma forma, atractiva, tem que solidificar e ir buscar novos talentos. Os oVe e Eli Drake são exemplos disso.

Com isto não quero dizer que a ROH não tenha tentado fazer o mesmo. Temos novas caras, como Will Ospreay, Flip Gordon, Dragon Lee, Marty Scurll, Punisher Martinez, a aparecerem e a afirmarem-se como membros valiosos do Roster. Hell, o campeão da companhia é o Cody Rhodes. O problema é que eles só perceberam que tinham que estabelecer e começar a consolidar novos talentos agora, depois de se verem completamente à rasca. Os números enganam e muito. Apesar de a companhia estar a passar uma otima fase de popularidade, a ROH está a passar uma espécie de crise de identidade.



Eu consigo ver, na ROH, três companhias ao mesmo tempo. Ou, pelo menos, a tentativa de ser uma delas. Por um lado, vejo a pseudo-WWE que afirmavam que a TNA queria ser há uns anos. Histórias, por vezes, manhosas, decisões duvidosas, apostas, nem sempre, nos melhores wrestlers, mas nos melhores animadores, são sinais de que a companhia quer, indubitavelmente, apontar o seu produto para o mainstream e catapultar para a popularidade o mais que possível.

De outro lado, vemos umas réstias da antiga ROH. Aquela companhia que não tinha medo de arriscar, de fazer histórias um pouco mais chocantes, que preocupa-se com a qualidade do produto que apresenta e que, deves em quando, ainda toma boas decisões. O booking da feud entre os Briscoes e o Bully Ray reflecte isso mesmo.

Depois, num plano mais abstraído, ainda vemos a ROH a tentar ser aquilo que a NJPW já é, uma alternativa forte à WWE. A única diferença é que, a NJPW realmente é uma alternativa À companhia de Vince, sendo é, sem margens para duvidas, a segunda maior companhia do mundo, a crescer a bons olhos, todos os dias, que apresenta um produto imensamente diferente e que, cada vez mais, ainda que pequeno, apresenta-se como um perigo para a WWE.

A ROH não é nada disso, mas tenta ser, ao jogar certos joguinhos psicológicos, umas picardias aqui e ali, aproveitando imenso a popularidade do Bullet Club para isso.



Olhemos então para o main event do Final Battle. De um lado temos o “American Nighmare”, “The Grandson of a Plummer”, o campeão mundial da ROH, Cody. Do outro lado, temos o "Party PeacockW, o "Charismatic Milkshake", Dalton Castle. Ora, se formos comparar este main event com main events passados, notamos desde logo uma certa... quebra. 

Com isto não estou a dizer que ambos os lutadores não são capazes de proporcionar um bom combate. Apesar de a run de Cody nas indys, a nivel de qualidade de matchs, não está a ser, nem pouco mais ou menos, aquilo que seria de esperar e, Dalton, não tem no seu reportório combates que possam indicar que este seja capaz de proporcionar clássicos, apesar de termos que reconhecer que existe talento dentro do homem. 

O único problema é mesmo que este main event peca em relação a main events do passado. E mesmo a nível de booking, é um problema. Se existe altura para puxar o gatilho com o Castle, é agora. Mas a ROH depende demasiado de Cody como cara da companhia para estar a tirar-lhe o titulo já, numa altura em que este ainda não teve nenhuma história ou defesa significativa no seu reinado, era queimar estes cartuchos. Alem de que existe o combate entre Cody e Kota Ibushi pelo titulo da ROH no Wrestle Kingdom. 

Mas se não for agora, Dalton vai perder o hype que já vem perdendo aos poucos. Dalton tem sido das poucas coisas que a ROH tem sabido construir e este soube aproveitar os espaços que ficaram vagos no plantel, com todas as saídas,  elevando-se. Mas esse não é de todo, um ponto forte da ROH.

Quando existe um homem no plantel deles que, há anos que está pronto para o salto e a companhia simplesmente não sabe o que fazer com ele, demonstra o quão má é a companhia em gerenciar os seus talentos. Estou a falar claramente de Silas Young.


Silas é dos melhores talentos que a ROH tem, desde há anos. O homem que estava completamente on-fire depois da feud com Kevin Steen e, infelizmente, teve a lesão que teve, quando regressou, Delirious (o booker), em vez de o meter rumo ao main event ou a um programa de destaque, não, mete-o numa low-card feud com o Will Ferrara. Agora que o homem está novamente com algum hype, depois da feud com Jay Lethal, espero que saibam aproveitar isto e tenham coragem de por o TV Title nele. 

Ou, podemos ainda olhar para outro exemplo. Jonathan Gresham tem sido uma figura regular da companhia no ultimo ano. Aquele que é, na minha sincera opinião, um dos melhores wrestlers técnicos do mundo, capaz de matchs incríveis e de altíssimo nível, aquilo que a companhia necessita de momento, anda preso no low-card. 



Bem, este foi o Opinião Pacífica desta semana. O Final Battle, é hoje, por isso achei adequado fazer este artigo sobre a Ring Of Honor. Sim, sou um pouco critico da companhia pois esta era das melhores coisas quando comecei a ver wrestling independente, ou seja, há uns quatro ou cinco anos.E ver o estado em que a companhia está neste momento, simplesmente deixa-me triste. Uma companhia tão emblemática e deu-nos coisas tão boas no passado, hoje em dia, é apenas uma miragem daquilo que foi.

Espero-vos aqui para a semana, por isso, não percam o próximo Opinião Pacífica, porque nós... TAMBÉM NÃO! PEACE! 

ROH Final Battle 2017 | Preview


A Ring of Honor apresenta o seu último PPV deste ano intitulado Final Battle, onde o combate de grande destaque é a defesa do ROH World Championship, no qual o campeão, membro dos Bullet Club, "The American Nightmare" Cody defende o título contra o pretendente, o ex-ROH World Six-Man Tag Team Champion Dalton Castle.

quinta-feira, 14 de dezembro de 2017

Ring of Honor Wrestling 10.12.2017 | Vídeos + Card


A Ring Of Honor Wrestling é transmitida todos os fins-de-semana na estação local do grupo de televisões da Sinclair Broadcast, todas as segundas-feiras à noite no FITE TV, todas as terças-feiras à noite no Fight Network do Canadá e ainda todas as quartas-feiras à noite no Comet TV.

Esta semana tem como destaque um combate entre dois ex-ROH World Television Champions, no qual o líder dos The Kingdom, Matt Taven e o ex-ROH World Champion Jay Lethal.

Eis o card desta semana:

Comentadores: Ian Riccaboni e Colt Cabana

ROH World Television Championship Match
Kenny King © vs. Caprice Coleman

Singles Match
Matt Taven (c/ TK O'Ryan e Vinny Marseglia) vs. Jay Lethal



WN Apostas 2017 | WWE Clash of Champions


Num dia em que todos os campeões serão testados até ao limite e que os lutadores procuram marcar um impacto, eis que chegamos ao último PPV nesta temporada de apostas de 2017 (na categoria do WWE CHAMPIONSHIP) chamado Clash of Champions e com 1850 PONTOS, apostem com muito cuidado! Vejam as mudanças, comecem já a fazer as vossas apostas e habilitem-se a um prémio no final da temporada!

quarta-feira, 13 de dezembro de 2017

WWE NXT 13.12.2017 | Vídeos + Resultados (Estreia na USA Network)


Este episódio especial do NXT (a estrear-se na USA Network graças à WWE Week) tem como destaque um combate de qualificação para o "Fatal 4-Way Match" para determinar o próximo pretendente ao NXT Championship, no qual o líder dos The Undisputed ERA, Adam Cole enfrenta o invicto, Aleister Black. Para além disso, contará com o novo NXT Champion Andrade "Cien" Almas em ação.

King of... Finishers #29 | Edge vs. Aleister Black vs. JBL




Sejam bem-vindos a mais uma edição do "King of... Finishers", onde continuamos a procurar (juntamente com vocês) o melhor golpe final na história do wrestling (seja de estrelas do passado, presente ou do futuro).




VENCEDOR: Pete Dunne - Bitter End - 8 votos

vs.
Tyler Bate  - "Tyler Driver '97" – 3 Votos

vs.
Trent Seven - "Seventh Heaven" - 2 votos

Continuando a 1ª ronda de qualificações, numa vitória convincente o "BITTER END" de Pette Dunne qualificou-se para a próxima fase. Vejamos a lista dos "Finishers" já qualificados para a próxima fase:

Steve Austin – "Stunner"
Goldberg – "Spear"
Kenny Omega – "One Winged Angel"

Chis Benoit - "Crossface"
Randy Orton - "RKO"
Victoria – "Widows Peak"
Petey Williams – "Canadian Destroyer"

Seth Rollins - "Curbstomp"
Shawn Michaels – "Sweet Chin Music"
Neville – "Red Arrow"
Kenta Kobashi – "Orange Crush"
Randy Savage – "Flying Elbow Drop"
Undertaker – "Tombstone Piledriver"
DDP - "Diamond Cutter"

Hideo Itami - "GTS"

AJ Styles - "Styles Clash"
Chris Jericho – "Codebreaker"
Cedric Alexander - "Lumbar Check"
Triple H – "Pedigree"
Báron Corbin - "End of Days"
Ember Moon - "Eclipse"

Johnny Mundo - Starship Pain
Christian - "Unprettier"
Lita - Moonsault"
Awesome Kong - Implant Buster

Pentagón Jr. - "Pentagon Driver"
Pete Dunne - Bitter End



Esta semana temos mais uma fase de qualificações do King of... Finishers, desta vez, é a primeira de 4 eliminatórias de repescagem, para encontrarmos os últimos cinco finishers a avançar para a próxima fase. Os 12 finishers eliminados em edições interiores do King of..., com maior número de votos, irão agora ter uma segunda oportunidade de avançar para a próxima fase. E a primeira eliminatória de repescagem conta com os finishers de: Edge, JBL e Aleister Black. (nesta eliminatória passarão dois finishers à fase seguinte)

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Edge – "Spear"


VS.

Aleister Black – "Black Mass"




VS.

JBL – "Clothesline From Hell"



Votem já no vosso finisher favorito!

Literatura Wrestling | Yes!: My Improbable Journey to the Main Event of Wrestlemania - Capítulo 1



Está de volta a Literatura Wrestling, o espaço de traduções do blog que vos traz uma obra biográfica, na íntegra, reveladora das origens, vida e decorrer da carreira de alguns dos mais marcantes wrestlers que percorreram os ringues que acompanhámos com tanto gosto.

Todas as semanas vos traremos um excerto do livro "Yes!: My Improbable Journey to the Main Event of Wrestlemania", publicado em 2015 por Daniel Bryan e pelo co-autor Craig Tello, a contar o crescimento e peripécias do "Yes! Man" até à sua chegada à WWE e ao main event da Wrestlemania. Boa leitura!




Capítulo 1: O Início
Terça-Feira, 1 de Abril, 2014 - 10:06

Esta era uma vista que ninguém devia ter visto. Fosse a fortuna ou o design burocrático do bronze da WWE, todos os sinais apontavam para que o WWE Superstar Daniel Bryan surgisse na Wrestlemania 30 num combate memoravelmente competitivo, porém numa posição bem menor no alinhamento, do que o evento principal final pelo WWE World Heavyweight Championship. Ele teria sido um candidato a "show-stealer" mas não estaria posicionado a fazer história, apenas um intermediário a meio do espectáculo, a apitar nos radares dos fãs pelo mundo fora durante a trigésima edição do mais grandioso evento da WWE.

Em vez disso, Bryan emerge de um carro privado estacionado na "boca" do Hard Rock Cafe da cidade de Nova Iorque. Ele está prestes a fazer uma grande entrada, não só para a conferência de imprensa desta manhã, mas para aquela que seria a mais significativa semana da sua carreira.

Aquela barba de assinatura é inconfundível, apesar do fato claro que usa - uma raridade - se sentir apenas ligeiramente "Bryanizado" pelo tom da sua cintilante gravata marrom. Os flashes das câmaras e membros da imprensa apertam-se para capturar um modesto ex-vegano de 1.73m, que muito rapidamente agita uma reacção de apoio de uma plateia da "Big Apple" notoriamente opinativa.

"Yes! Yes! Yes!" Uma simples, directa e contagiante combinação de palavras serve como tema de entrada para Bryan enquanto ele atravessa a passadeira vermelha e pára sob um letreiro a radiar "WRESTLEMANIA 30" no brilho dos seus LEDs. Os cânticos de "Yes!" sincronizados abafam o trânsito de fim de manhã de Manhattan, no Times Square, e Bryan junta-se à multidão para um breve e improvisado comício, por assim dizer.

Neste momento, Bryan encontra-se a uma mera dúzia de quarteirões do sítio da inaugural Wrestlemania que emanou do mundialmente famoso Madison Square Garden há quase três décadas atrás. Na altura, o primeiro grande evento de Vince McMahon era o simbólico "underdog" a tentar enterrar os dentes na cultura popular e criar um fenómeno mundial. É adequado que a própria jornada de quinze anos de Daniel Bryan até ao evento principal do "Show of Shows", Wrestlemania, faça esta tão importante paragem no coração de Nova Iorque.

Bryan já moldou parte das suas memórias nesta metrópole, no entanto este dia é diferente. Este é o início de uma semana que quiçá nem ele acreditasse vir a vivê-la. Na sua "Road to Wrestlemania", este momento marca os passos finais em direcção ao seu derradeiro destino: o combate pelo WWE World Heavyweight Championship na maior Wrestlemania de sempre.

Há o "ring" (ringue) no qual ele competirá e depois há as visões persistentes do "ring" (anel) que ele deslizará pelo dedo da sua noiva dentro de onze dias. Bryan está a experienciar o momento mais significativo da sua vida profissional, mas na sua vida pessoal, ele está a meio de preparações do casamento com a Diva da WWE Brie Bella. Um casal amado aos olhos dos fãs em adoração pelo globo fora, "Braniel" ainda negoceiam atribuições de tarefas para a sua celebração nupcial enquanto se preparam para competir no "Show dos Shows" da WWE. Não pode haver mês - semana, mesmo - mais significativo que este, se fores o "filho barbudo" de Aberdeen, Washington.

No caso de Bryan, em meros dias, trinta anos de Wrestlemania culminam em simultâneo com um "círculo quadrado", um Manifesto do Destino, um "Yes! Movement". Naquele dia, um conto de fadas desenrola-se para Daniel Bryan, e a tal "Cara da WWE" encaminha-se para se tornar um pouco mais cabeluda.


A WWE pediu, recentemente, a muitas das suas Superstars de sucesso que participassem num inventário de personalidade. Em teoria, estes testes são capazes de aceder a qualidades pessoais como sociabilidade, prudência e sensitividade interpessoal. A ideia é que diferentes profissões requerem diferentes características pessoais, mas este tipo de análise nunca tinha sido feita com wrestlers profissionais. Se a WWE pudesse descobrir os traços de personalidade das suas Superstars de maior sucesso, talvez quando fossem a recrutar, dar-lhes-ia mais informação sobre a probabilidade de uma nova contratação vir a ter sucesso. Eu fui uma das muitas pessoas escolhidas para fazer o teste.

O teste envolvia ler muitas afirmações diferentes e a seguir indicar se a afirmação era verdadeira ou falsa. Por exemplo, uma afirmação seria "Eu queria ser um condutor de carros de corrida profissional." A minha resposta: "Falso. Eu não queria ser um condutor de carros de corrida profissional." Outro exemplo: "Eu raramente perco a paciência." A minha resposta: "Verdadeiro." Coisas dessas. Respondes a centenas desse tipo de afirmações e voilá! Lá estão os traços da tua personalidade. Em teoria.

Eu por acaso gostei de fazer o teste e estava interessado em ouvir os resultados. No dia seguinte encontrei-me com uma mulher para falar sobre eles. Tudo foi feito à base de percentis e, à medida que ela avançava nos resultados, ela tornava-se cada vez mais confusa. Em todos os marcadores primários excepto um (abordagem à aprendizagem, pelo qual estava no 84º percentil), tive nota baixa. E afirmo-o, muito baixa. Pela sensibilidade interpessoal, eu estava no 11º percentil inferior. Pela categoria de ajustamento e adaptação, estava no 9º percentil inferior. Sociabilidade, 3º inferior. Mas aquele que mais a intrigou foi a minha pontuação para a ambição, que foi o mais baixo que ela já tinha visto na sua história de administrar este tipo de testes e dados. Eu estava no último percentil.

Ela perguntou-me como é que eu conseguira ter tanto sucesso, visto que eu não aparentava ter qualquer direcção, poucos dotes sociais e uma apatia inerente em relação à maioria das ideias que a nossa cultura de negócio moderna parece achar tão importante.

"Não faço ideia," disse eu. "Eu apenas amo lutar. O meu sucesso veio, maioritariamente, por sorte."

A minha "falta de ambição" deve ter feito parte da minha personalidade desde o meu começo, porque fiquei dentro do útero por mais de dez meses.

Quando a minha mulher, Bri, ouviu a história, disse que isso me explicava perfeitamente. Ela podia muito bem imaginar-me completamente satisfeito com apenas estar lá sentado com um cordão umbilical a servir de tubo para me alimentar, a ser constantemente alimentado e aquecido, a nunca querer sair. Quando finalmente induziram a minha mãe, dá para imaginar o quão doloroso terá sido.

A minha mãe, Betty, era uma mulher pequena e quando eu, Bryan Lloyd Danielson, finalmente decidi sair no dia 22 de Maio de 1981, eu tinha mais de 4,5kg. Olhando atrás, pelas fotografias, sou o bebé mais gordo que alguma vez vi. Mais importante, eu parecia estar sempre a sorrir. Não é preciso muito para me fazer feliz.


A minha mãe disse-me que eu era muito calado. Passava muito tempo sozinho porque não era muito social, algo essencialmente igual aos dias de hoje. O meu pai, Donald "Buddy" Danielson, lembra-se de mim como sendo descontraído mas também com um lado bastante teimoso. O exemplo mais consistente do meu pai envolvia biscoitos, que podia bem ser o meu grupo alimentar favorito. Ele falava sempre sobre uma vez em que estava a alcançar um biscoito e ele disse-me que não. Tentei outra vez e o meu pai esbofeteou-me a mão e disse outra vez que não. Eu comecei a chorar mas continuei a tentar alcançar o biscoito. A cada vez, o meu pai dava um leve estalo na minha mão e a cada vez eu choraria com mais força, a incessantemente tentar chegar ao biscoito. A contar a história, ele uivava de riso mas nunca disse se eventualmente me deu o biscoito.

Como uma jovem criança, eu tinha a tendência a seguir a minha irmã mais velha, Billie Sue, para todo o lado. A nossa relação ao crescer é provalmente a razão para que, mesmo hoje, ela se mantenha tão afectiva e protectora para comigo. A Billie Sue era - e ainda é - muito mais social do que eu. Eu apenas a seguia, feliz e sorridente como uma ostra aberta, e ouvia tudo o que ela dizia. Eu apanhava tudo o que ela fazia. Por exemplo, quando comecei a aprender a falar, eu não gaguejava, mas a minha irmã sim. À medida que fui falando cada vez mais, comecei a gaguejar também. A Billie Sue superou o seu problema de fala bem antes que eu, que provavelmente não aconteceu até eu ter quase doze anos.


No próximo capítulo: Na próxima semana chega o segundo capítulo, no qual Daniel Bryan volta atrás no tempo e fala de um problema seu com o qual muitos se identificarão: a timidez, ansiedade social e medo de falar em público! Como adaptar essas dificuldades à vida de WWE Superstar?

WWE 205 Live - 12.12.2017 | Vídeos + Resultados


Devido ao grande sucesso do CruiserWeight Classic no WWE Network, a WWE decidiu apostar numa divisão de Cruiserweights, que agora todas as terças-feiras passaram a ter um programa de 1 hora dedicado exclusivamente a eles na WWE Network chamado 205 Live.

O programa de hoje conta com a presença dos dois lutadores que irão batalhar por uma oportunidade pelo WWE Cruiserweight Championship no próximo Raw, Cedric Alexander e Drew Gulak.


Reportagem e Resultados

Brevemente


Vídeos


WWE Smackdown Live 12.12.2017 | Vídeos + Resultados


Este episódio do Smackdown Live (transmitido todas as terças-feiras) tem como destaque um combate entre o ex-WWE Universal Champion Kevin Owens e um dos adversários deste no Domingo, o ex-NXT Champion por 2 vezes, Shinsuke Nakamura.

Para além disso, também estão confirmados os seguintes combates/segmentos:
  • Rusev e Aiden English vs. Smackdown Tag Team Champions The Usos
  • WWE Champion AJ Styles e Jinder Mahal num último confronto cara-a-cara antes do Clash of Champions
  • Ruby Riott vs. Smackdown Women's Champion Charlotte Flair sem o título em jogo

Reportagem e Resultados

Brevemente

Vídeos


Smackdown Live




terça-feira, 12 de dezembro de 2017

WWE Monday Night Raw 11.12.2017 | Vídeos + Resultados


Este episódio do Monday Night Raw (transmitido todas as segundas-feiras) tem como destaque um combate pelo Intercontinental Championship, no qual o campeão Roman Reigns defende contra uma parte dos Raw Tag Team Champions, Cesaro.

Para além disso, também estão confirmados os seguintes combates/segmentos:
  • Outra parte dos Raw Tag Team Champions Sheamus batalha Seth Rollins dos The Shield
  • Dean Ambrose batalha Samoa Joe
  • Braun Strowman enfrenta Kane novamente mas desta vez, o vencedor será o pretendente ao WWE Universal Championship no Royal Rumble


Reportagem e Resultados




Vídeos




segunda-feira, 11 de dezembro de 2017

Overrated ou Underrated #55 - The Bludgeon Brothers


Sejam bem-vindos a mais uma edição do Overrated ou Underrated. Na última edição foi analisado o mestre dos Power Points, Drew Gulak. Na edição desta semana, vamos analisar uma equipa em ascensão na Smackdown, e uma das equipas mais assustadoras na WWE.

Apresentando agora o espaço para quem nunca leu uma edição ou simplesmente não está recordado da essência de um Overrated ou Underrated.

Underrated – Alguém que é subvalorizado ou não têm o devido reconhecimento seja aos olhos da industria do wrestling ou até dos fãs.

Overrated – Precisamente o contrário do ponto anterior. Alguém que é sobrevalorizado e que a industria do wrestling ou fãs dão demasiado crédito por aquilo que faz.

No ponto – Nem toda a gente ocupa um lugar acima ou abaixo daquilo que realmente merece. Existem lutadores que ocupam o lugar que ocupam na industria porque é exactamente nesse sitio que merecem estar e têm também exactamente o reconhecimento que merecem da parte dos fãs.

Por fim, gostaríamos sempre de saber a vossa opinião, quer concordem ou discordem da nossa avaliação sobre o wrestler em questão. Tentem também coloca-lo numa destas três categorias e caso se sintam à vontade podem sempre dar sugestões sobre wrestlers que gostariam de ver neste espaço.



Nesta edição do Overrated ou Underrated, temos connosco os Bludgeon Brothers, a dupla de Harper de Rowan, que têm destruído tudo no seu caminho.

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Btaker22 (Underrated) –Para mim, tanto o Luke Harper e o Erick Rowan mostraram que mereciam, pelo menos, aquilo que parece que está agora a acontecer, ou seja, fazer parte de uma equipa bastante dominante. Porque é isso que ambos são...dois wrestlers com um físico que se impõe e com um look que mostra bastante aquele ar aterrorizante que eles querem fazer passar. Se os Bludgeon Brothers continuam nesta onda de domínio com esta nova personagem, eu diria que seriam merecedores de ganhar os títulos de equipas em breve.

Contudo, se analisarmos mais atrás, percebemos que, até agora, a melhor altura deles em conjunto foi na Wyatt Family, porque o Bray Wyatt os tornava relevantes, mas mesmo assim não lhes foi dado algo mais que os legitimasse para uma coisa mais importante que os lacaios do Bray Wyatt. Ainda assim, eles sempre mostraram que em conjunto eram dois monstros bastante capazes no ringue, e basta ver aquele combate impressionante com os Shield. Sendo o Harper o membro que mais se destaca, este teve um reinado como campeão Intercontinental, onde mais uma vez mostrou que no ringue é bem capaz. É por isso que é difícil perceber porque é que, depois disso, nunca mais se arranjou nada para ele, tirando alguns combates onde voltou a impressionar contra Kane's ou Randy Orton's.

Mesmo o Erick Rowan, não tendo a mesma capacidade do Harper, também é um bom powerhouse, e tem uma imagem ainda mais arrepiante, com as máscaras esquisitas...mas mesmo assim, também nunca lhe foi dadas as oportunidades de ficar "over". Lembro-me de um ponto crítico quando lhe deram uma derrota para o Big Show num Stairs Match, que podia ter-lhe dado credibilidade para atingir outro nível.

De qualquer das formas, mais que não seja, enquanto equipa tenho a certeza que este mereciam triunfar se continuarem a fazer o que estão a fazer, e tendo em conta as vezes em que podiam ter tornado, tanto um, como outro, em monstros dominantes individualmente, tal como pelo facto de ainda não terem sido campeões de equipas fora da NXT, tenho de os considerar a ambos Underrated.

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Cell (Underrated) –Muitas stables que aparecem na WWE têm claramente um líder. Mesmo quando não é dito diretamente, há sempre uma superstar que tem mais tempo no micro, mais protagonismo, etc. A Wyatt Family enquadra-se nesta ideia, com Bray, claramente,como líder. Mas, o que podemos dizer de Harper e Rowan?

Tal como eu disse, uma stable acaba sempre por ter um líder, alguém com mais protagonismo. Mas, uma stable só funciona perfeitamente se todas as partes fizerem a sua parte. Harper e Rowan, a meu ver, fizeram extremamente bem a sua parte na Wyatt Family. Dois homens, no mínimo, intimidantes, que serviam de guarda costas do patriarca da família, impressionantes na maneira como atuavam e se mexiam no ringue. Neste sentido, Harper era o que se destacava mais, sendo elogiado, quase todas as semanas, pelo WWE Universe e os oficiais. Rowan não fica muito mais atrás, mexendo-se com agilidade a mais para alguém do seu tamanho.

Talvez, o que diferencia mais Harper de Rowan é o carisma que cada um traz há dupla. Harper parece ter um maior à vontade no micro que Rowan, por vezes até complementando as promos de Bray na Wyatt Family. Como Rowan não tem esse à vontade, a WWE procurou sempre explorar a sua imagem (que por si só já era assustadora), dando-lhe uma máscara que o deixa a parecer quase extraterrestrial. Atualmente, nos Bludgeon Brothers, a WWE dá uma oportunidade justa, a cada um, no micro.

Harper e Rowan ou os Bludgeon Brothers, como quiserem chamar, são uma equipa impressionante, que já teve várias tentativas de separações, mas que, mais cedo ou mais tarde, voltam a juntar-se, porque acaba por ser o melhor para os dois, a longo prazo. É incrível que uma equipa, que parece até ser bastante elogiada, apenas tenha tido um reinado com os títulos de Tag Team na NXT. Harper teve um reinado, de poucas semanas, com o título Intercontinental, o que pode revelar que Harper, individualmente, é melhor que Rowan.

Considerando o talento que têm como equipa e os reinados (ou falta deles) que tiveram, tenho de os considerar extremamente underrateds


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Chegamos ao fim desta quinquagésima quinta edição, mas voltaremos como sempre para a semana com mais um lutador a ser analisado. Agora, queremos saber a vossa opinião. Será que os Bludgeon Brothers são:


OVERRATED?

Ou

UNDERRATED?

Ou

QUE ESTÁ NO PONTO?

domingo, 10 de dezembro de 2017

WWE Main Event 08.12.2017 | Vídeos + Resultados


Este episódio do WWE Main Event tem como destaque um combate de equipas a colocar Heath Slater e Rhyno frente aos The Club. Para além disso, também conta com acção de Cruiserweights entre Akira Tozawa e The Brian Kendrick e ainda alguns destaques destes passados Monday Night Raw e Smackdown Live.