WWE Smackdown de 22 de Agosto de 2014

O Friday Night Smackdown desta semana tem como destaque o retomar da rivalidade entre Randy Orton e Roman Reigns e onde para além das provocações, Randy Orton enfrenta RVD e Reigns volta a enfrentar The Miz. Seth Rollins enfrenta Jack Swagger e Rusev treina com Sin Cara.

WWE NXT de 21 de Agosto de 2014

O episódio desta semana do NXT tem como principal destaque as duas semifinais do torneio para coroar os contenders aos NXT Tag Team Championships e onde acontecem os seguintes combates, The Vaudevillians vs. Big Cass e Enzo Amore e Sami Zayn e Adam Rose vs. Kalisto e Sin Cara.

TNA Impact Wrestling de 20 de Agosto de 2014

A TNA estreia o Impact Wrestling nas noites de quarta-feira com o seu evento mais hardcore do ano, o Hardcore Justice. Em destaque no show está o regresso do combate six-sides of steel onde o vencedor tem como prémio uma title shot ao título de Bobby Lashley.

WWE Main Event de 19 de Agosto de 2014

Nesta edição do WWE Main Event está confirmado um combate entre um dos membros da Wyatt Family chamado Erick Rowan e The Big Show, onde estarão acompanhados dos seus parceiros, respetivamente, Luke Harper e Mark Henry..

WWE Monday Night RAW de 18 de Agosto de 2014

O Monday Night RAW desta semana apresenta o fallout do SummerSlam e onde o novo campeão da WWE, Brock Lesnar está presente! Nikki Bella explica porque traiu a sua irmã Brie. Dean Ambrose e Seth Rollins dão seguimento à sua guerra pessoal num falls count anywhere match.

WWE PPV: SummerSlam 2014

A WWE apresenta o maior PPV do Verão, o SummerSlam. Em destaque está a disputa do titulo da WWE entre John Cena e Brock Lesnar. Foco ainda para Dean Ambrose contra Seth Rollins e Randy Orton contra Roman Reigns.

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segunda-feira, 1 de Setembro de 2014

WWE Monday Night Raw 01.09.2014 - TRANSMISSÃO AO VIVO



Próxima mensagem?

No Monday Night Raw desta semana, o ex-campeão mundial por 15 vezes na sua carreira, John Cena irá continuar no seu caminho para tentar derrubar o atual WWE World Heavyweight Champion Brock Lesnar daqui por umas semanas no Night of Champions...

Depois da derrota humilhante e que nunca tínhamos visto acontecer na carreira de John Cena, este último tentou mostrar a todos os seus fãs que está na altura de uma mudança para aquele rapaz que é agressivo e que já mostrou mais do que uma vez que consegue ultrapassar todos os obstáculos.

Para demonstrar a situação, os alvos de John Cena da semana passada foram os 3 membros da Wyatt Family (Bray Wyatt, Luke Harper e Erick Rowan), no entanto quando foi dominado por eles, precisou da ajuda de Big Show e Mark Henry para que as contas ficassem equilibradas!

Antes da ajuda de Henry e Big Show chegar, John Cena estava a dominar Bray Wyatt por completo com uma série de "German Suplexes", tal como acontecera com ele no combate com Brock Lesnar no SummerSlam onde acabou derrotado sem título nas mãos dele...

Porém, para John Cena mostrar que está pronto para enfrentar de novo Lesnar terá de mostrar que não precisa da ajuda de Big Show e Mark Henry para derrubar qualquer adversário e hoje, Cena terá a hipótese de mostrar mais uma vez que está pronto.

Esta edição do Raw terá uma aparência de John Cena e depois de tudo o que tem acontecido nestas últimas semanas, será que Cena irá conseguir enviar uma nova mensagem ainda mais agressiva a Lesnar? Ou será que as coisas continuam no mesmo sítio e Lesnar continuará confiante para o combate entre eles no Night of Champions?

Outras Streams: 

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domingo, 31 de Agosto de 2014

Dias is That Damn Good #208 – "The Rock ou Roman Reigns vs. Brock Lesnar?!"

Boas Pessoal!



Sejam bem vindos a mais um "Dias is That Damn Good", o espaço com mais história na nossa CWO ;)

Como julgo ser do conhecimento geral, a WWE costuma preparar o seu maior evento anual, a Wrestlemania, assim como a generalidade da sua programação, com alguma antecedência e, dessa forma, construir um caminho longo, lógico e consequente para que as suas storylines de maior importância culminem num combate entre as suas figuras de maior destaque no maior de todos os palcos da modalidade. Neste sentido, julgo já ser, também, um dado adquirido que Brock Lesnar, que se tornou WWE Champion no último ppv da companhia, irá segurar o título até à próxima Wrestlemania onde o perderá para um outro wrestler. Ora, nos últimos tempos têm vindo a público diversas notícias acerca da opção que a empresa tomará no sentido de escolher qual o talento e/ou estrela que terá essa oportunidade de derrotar Brock Lesnar e conquistar o cinto. Estando, neste ponto, duas visões bem distintas em confronto...uma partilhada por Vince McMahon que pretende que esse lutador seja The Rock e uma outra, assumida por Triple H, que prefere que a superstar em questão seja Roman Reigns.

Ora, no texto que agora vos escrevo procurarei fazer uma análise ás vantagens e desvantagens de uma e outra opção, fundamentando e justificando, posteriormente, aquela que, a meu ver, se define como a mais razoável e cujos frutos poderão ser mais rentáveis para a WWE.

Não percam, por isso, as próximas linhas...



Na minha opinião o combate pelo WWE Championship deverá assumir-se, sempre, como o confronto de maior interesse e o foco de maior atracção no card de qualquer ppv e, ainda mais, se estivermos a falar na Wrestlemania. Deste modo, o booking, a storyline e o storytelling a serem planeados na construção desse mesmo combate devem assegurar, desde logo, que os dois wrestlers em confronto estejam com um enorme hype, que o público queira e deseje muito ver um de ambos sair derrotado e, acima de tudo, que o próprio despique crie um enorme buzz em seu redor. Neste sentido, se pensarmos que Brock Lesnar manterá o título até à Wrestlemania que se realizará no final de Março do próximo ano, facilmente percebemos que depois de um reinado tão longo e, acredito, dominador, grande parte dos fãs estará bastante cansada do "The Beast" e que, por isso, certamente, quererá muito vê-lo sair derrotado. Ora, esta situação, só por si, ajudará logo a assegurar um bom apoio e suporte ao lutador que o enfrentar e a ideia de que ele possa sair, finalmente, derrotado ajudará também a criar um importante hype para o conflito. Portanto, se as coisas se mantiverem tal como estão no que toca a Brock Lesnar por mais 7/8 meses, dando continuidade ao seu reinado de dominação e destruição dos seus oponentes (todos eles main eventers altamente consolidados), metade do trabalho estará realizado e assegurado. Faltando, contudo, determinar aquele que se encontrará melhor posicionado para oferecer um espectáculo memorável e digno de se constituir como o main event da Wrestlemania XXXI.

A primeira opção, aquela que está vinculada à vontade de Vince McMahon, leva-nos até The Rock. E quando falamos de The Rock temos de nos recordar, porque nunca é de mais lembrá-lo, que estamos a referir-nos à única estrela da modalidade que conseguiu aproximar-se dos níveis de popularidade de Hulk Hogan e Steve Austin e que, acima de tudo, conseguiu estabelecer-se em Hoolywood como uma das maiores celebridades da indústria do cinema. Portanto, quando é de The Rock que se trata, são níveis estratosféricos de entretenimento que estão em causa, são ratings e números astronómicos que ficam em cima da mesa, são, sobretudo, uma capacidade e armas para promover os eventos de que ele participará incomparáveis ás que a imagem de qualquer outro wrestler poderá apresentar. Por consequência, a escolha do seu nome para enfrentar Brock Lesnar no main event da Wrestlemania torna-se bastante válida e compreensível. Que wrestler conseguirá estar mais over que The Rock, enquanto babyface, para derrotar Brock Lesnar?! Qual o talento capaz de criar mais hype e buzz para esse combate?! Em que circunstâncias poderá um outro talento proporcionar momentos e segmentos de entretenimento mais memoráveis que The Rock?! Que outra estrela poderá despertar a atenção de tantos espectadores e telespectadores de ocasião e outros novos como The Rock?! A resposta a estas questões é fácil e simples, nenhum.



Por outro lado, numa segunda hipótese, aquela porque se tem batido Triple H, aparece-nos Roman Reigns. Neste capítulo, devemos procurar fazer uma análise e avaliação mais profunda da situação. Devemos recordar-nos que a WWE tem encontrado diversas dificuldades na "criação" e construção de uma nova estrela que possa substituir John Cena como principal nome e cara da companhia e temos, também, de compreender que a cada dia que passa a substituição de Cena se assume com uma importância crescente visto que o seu desgaste é cada vez maior e que a quantidade de fãs que o suportam é cada vez menor. Desta forma, e apesar de todos os handicapes apresentados por Roman Reigns (sobretudo ao nível das mic skills e da qualidade de alguns combates, situação que se verifica pela sua juventude e pelo pouco tempo que leva de ligação efectiva à modalidade enquanto seu praticante), somos obrigados a reconhecer que a sua imagem, carisma, intensidade e personagem são tudo aquilo porque a WWE esperava, pois ele é o protótipo do franchise player e aquele que ao cabo de 10 anos parece melhor posicionado para se afirmar como a nova cara da companhia. Neste sentido e em consequência daquilo que vem sendo o seu fortíssimo booking, onde tem recebido um enormíssimo push e sido "vendido" como alguém imparável e indestrutível (trilhando, curiosamente, embora por caminhos diferentes, um percurso e build up semelhante ao de Brock Lesnar - Roman Reigns tem sido vendido como um Brock Lesnar face), parece-me que a sua escolha para derrotar Brock Lesnar na Wrestlemania também fará todo o sentido.

Assim, depois de apresentados ambos os casos, importa passar-mos à escolha de um deles e à explicação das causas e razões que me levam a fazê-lo. Julgo, neste ponto em particular, que a primeira grande questão que temos de nos colocar se prende com os benefícios e rentabilidade que cada uma destas escolhas pode proporcionar à WWE. Ora, se pensarmos nos efeitos imediatos, no lucro rápido e numa rentabilização quase automática dessa mesma escolha, a opção recairá, naturalmente, em The Rock. Por outro lado, sabemos que se a escolha assentar em Roman Reigns os resultados não serão tão imediatos, mas o passo que é dado com a sua participação no main event da Wrestlemania e consequente vitória sobre Brock Lesnar podem lança-lo definitivamente como grande nome da companhia e, por essa razão, os resultados a médio/longo prazo serão bastante superiores àqueles que a primeira opção (The Rock) nos apresenta. No mesmo sentido, devemos compreender que, muito provavelmente, Brock Lesnar no pós-Wrestlemania voltará a ver o seu número de presenças na programação WWE reduzido e que The Rock, na melhor das hipóteses, a continuar, será num regime muito semelhante ao que tem pautado a participação do "The Beast". Não é que eu tenha algo contra o facto de haver WWE Champions a competir num regime part-time, sobretudo quando eles permitem aumentar os ratings e as vendas, elevar talentos e chamar a atenção de um número substancialmente superior de público e telespectadores, contudo, quando essa situação significa e constitui um tampão à consolidação de uma potencial nova mega-estrela, parece-me que não passa pela melhor das soluções. Para além disso, se a escolha recair em Roman Reigns, nada impede que The Rock possa estar presenta na Wrestlemania e rivalize e/ou combata um outro wrestler. Quero, portanto, acreditar que o bom booking atribuído a Reigns irá continuar, que ele continuará a competir com estrelas de topo (incluindo Triple H) e a consolidar-se, que lhe atribuirão a vitória na Royal Rumble e que possa culminar todo este longo processo da sua construção e build up com uma vitória na Wrestlemania. Pelas mais diversas razões que fui apresentando ao longo deste artigo e porque gosto de pensar a médio/longo prazo esta será, a meu ver, a melhor solução.


E vocês, quem preferem que defronte Brock Lesnar na Wrestlemania, The Rock ou Roman Reigns!?


Um Abraço,
Dias Ferreira


PS: Não se esqueçam de indicar mais temas e assuntos que gostassem de ver ser tratados neste espaço.



Podem acompanhar-me, também, em:


ou


MMA: UFC 177: Dillashaw x Soto - Resultados + Videos


O octógono mais famoso do mundo retorna a Sacramento, capital da Califórnia, para o quarto evento na cidade, todos eles envolvendo disputa de cinturão. A Sleep Train Arena, casa do Sacramento Kings da NBA, hospeda o UFC 177, liderado por uma revanche muito aguardada.

A luta principal marca a primeira defesa do cinturão do americano TJ Dillashaw. O campeão dos galos deveria enfrentar Renan Barão na revanche do UFC 173 mas problemas médicos tiraram ontem Barão da luta e a ser substituido por Jose Soto..

sábado, 30 de Agosto de 2014

MMA: UFC 177: Dillashaw x Soto - Antevisão + Pesagens - Renan Barão desmaia durante o processo de corte de peso e é retirado da luta


O octógono mais famoso do mundo retorna a Sacramento, capital da Califórnia, para o quarto evento na cidade, todos eles envolvendo disputa de cinturão. A Sleep Train Arena, casa do Sacramento Kings da NBA, hospeda o UFC 177, liderado por uma revanche muito aguardada.

A luta principal marca a primeira defesa do cinturão do americano TJ Dillashaw. O campeão dos galos deveria enfrentar Renan Barão na revanche do UFC 173 mas problemas médicos tiraram ontem Barão da luta e a ser substituido por Jose Soto..

SmarkDown! - O (pobre) Midcard da WWE


Num formato inovador na comunidade online de wrestling portuguesa, o SmarkDown! trás as opiniões e análises imparciais sobre tudo o que é Wrestling, enquanto educa sobre momentos históricos deste grande espectáculo. João Basílio será o vosso anfitrião e guia dentro do mundo do wrestling, por isso preparem-se para um verdadeiro SmarkDown!...

Slobber Knocker #114: E adversários para Lesnar...


E o vosso retardado favorito regressa este fim-de-semana com uma nova edição do Slobber Knocker que traz um tema bastante simples. Daqueles que até já são automáticos para os cronistas e que já se esperam que sejam temas de conversa. Se o wrestling tivesse cobertura televisiva como tem o futebol, havia aí um punhado de engravatados a discutir o assunto....

sexta-feira, 29 de Agosto de 2014

WWE Friday Night Smackdown 29.08.2014 - Resultados + Vídeos | Roman Reigns x Bray Wyatt


O Friday Night Smackdown desta semana tem como destaque o embate entre duas estrelas de futuro da WWE, Roman Reigns e Bray Wyatt. O show volta a ser palco de um confronto de gigantes com Big Show e Mark Henry contra Luke Harper e Erick Rowan. Foco ainda ara novo combate entre Rusev e Jack Swagger e Emma contra Paige que teve um seguimento interessante...

Dias is That Damn Good #207 – "A Ascensão de EC3"

Boas Pessoal!



Sejam bem vindos a mais um "Dias is That Damn Good", o espaço com mais história na nossa CWO ;)

No pro wrestling a procura e busca pela next big thing, pela next breakout superstar, pelo novo talento que possa assumir-se como a grande figura de uma promotora e o seu grande drawer, é e deve ser uma constante. Contudo, o processo que leva à descoberta de um wrestler com as potencialidades e capacidades necessárias ao desempenho desse papel e a sua posterior "construção" constituem uma das tarefas mais difíceis e complexas no que à modalidade diz respeito. Prova disso, é o facto de a TNA, em doze anos de existência, nunca ter conseguido "criar" a sua grande estrela e/ou a sua grande cara...no fundo, a sua própria marca.

No entanto, nunca antes como agora, a companhia de Dixie Carter teve a oportunidade que um jovem talento (mal aproveitado na WWE), a este respeito, lhe está a conceder. Nunca, como agora, a empresa de Orlando teve ao seu dispor um wrestler com as qualidades e características que EC3 evidencia e que, a meu ver, permitem o depositar de enormes esperanças no seu build up como o primeiro grande nome e drawer com o selo TNA. Ora, por esta razão, como não poderia deixar de ser, o artigo que agora vos escrevo versará, precisamente, na ascensão de Ethan Carter.

Não percam, por isso, as próximas linhas...



Michael Hutter, verdadeiro nome de Ethan Carter III (EC3), é um jovem wrestler de 31 anos nascido no Estado norte-americano do Ohio. Hutter fez o seu debut no professional wrestling corria o ano de 2002 e como a grande maioria dos seus colegas de profissão fê-lo no circuito independente dos EUA, onde actuaria e "venderia" as suas performences durante quatro anos. Já em 2006 teria a oportunidade de realizar um tryout match para a WWE no seu programa Heat, onde enfrentaria e saíria derrotado por Viscera e Charlie Haas. Muito provavelmente o seu desempenho agradou aos oficias e agentes da empresa de Vince McMahon responsáveis por avaliar o combate uma vez que lhe ofereceram um contrato de desenvolvimento. Ora, depois de aceite essa proposta e assinado o dito contrato, Hutter seria enviado para a Ohio Valley Wrestling (na altura território de desenvolvimento da WWE), onde faria a sua estreia em finais de Março de 2007 sob o ring-name de Mike Hutter. Nesta sua passagem pela OVW teve a oportunidade de rivalizar e combater com Mike Mondo e Nick Nemeth (Dolph Ziggler) dos, então, Spirit Squad e, ainda, com Mike Kruel, Vladimir Kozlov e Boris Alexiev (Santino Marella), entre outros. Depois Michael deixaria de competir na OVW e entraria num hiatus no que respeita à WWE, voltando a participar em shows de algumas pequenas promotoras do circuito independente norte-americano. Voltaria, contudo, já em 2009 à programação da WWE no seu novo território de desenvolvimento, a Florida Championship Wrestling, mais uma vez, sob o nome de Mike Hutter. Já na FCW, depois algumas feuds e matches de maior relevância contra Drew McIntyre e DJ Gabriel, alteraria o seu ring-name para Derrick Bateman. Continuaria, posteriormente, mais um sem número de confrontos (contra Richie Steamboat, Joe Hennig, Skip Sheffield – Ryback, Mason Ryan, Leo Kruger – Adam Rosa, Johnny Curtis – Fandango, entre muitos outros), competindo pela última vez antes de ser chamado ao roster principal da companhia contra Wes Briscoe e Xavier Woods.

Como todos estão recordados, em 2010 a WWE decidiu dar por finalizada a transmissão da sua terceira brand ECW, substituindo-a por uma espécie de reality show, em que juntava "pros" e "rookies", a que deu o nome de NXT. Ora, foi no decorrer da terceira temporada desta nova série de tv shows que Derrick Bateman foi anunciado como participante da quarta temporada e que teria como "Pro" Daniel Bryan. Apesar do bom desempenho, Hutter não seria escolhido como vencedor dessa temporada, contudo, seria repescado para a 5ª e última temporada da série com o tema Redemption, cujo conceito assentava em dar uma nova oportunidade aos wrestlers participantes edições anteriores que, apesar de não terem conseguido sagrar-se vencedores, tinham conseguido destacar-se. Bateman voltaria a não conseguir triunfar, no entanto, porque essa temporada foi bastante mais longa que as restantes, teve a oportunidade de desenvolver algumas rivalidades, de entre as quais, podemos destacar a que primeiro o juntos e depois opôs a Maxime (sem qualquer réstia de dúvidas, a melhor performence que produziu enquanto este contratualmente ligado à WWE). Depois, seguir-se-iam mais alguns combates e participações no NXT e na SmackDown, até ver, em 2013, o seu contrato revogado pela WWE e, desta forma, cessar uma ligação de 6 anos. No final e fazendo as contas, facilmente, compreendemos que a passagem de Michael Hutter pela WWE não foi feliz e/ou bem sucedida de todo e estou em crer que as coisas aconteceram assim, especialmente, por causa da própria empresa que nunca apostou verdadeiramente no jovem wrestler. De qualquer modo, esse período não pode, nem deve, ser visto como tempo perdido, porque permitiu uma aprendizagem e consolidação das capacidades básicas de que um talento necessita e, acima de tudo, preparou-o para actuar perante grandes públicos, preparou-o para o "main stream wrestling".



Após sair da WWE, Hutter competiria, ainda, durante um período bastante curto, de novo, no circuito independente, contudo, rapidamente chamaria a atenção da TNA que lhe apresentou um contrato e verdadeira oportunidade de mostrar as suas qualidades. Neste capítulo, devo confessar que a TNA trabalhou o personagem e construção de EC3 (ring-name que passaria a utilizar) com a qualidade e afinco com que, talvez, nunca tenha dispensado a outro wrestler. Confesso que não gostei do facto dele se ter estreado num squash match no Bound For Glory 2013 contra um local wrestler (primeiro porque no maior ppv de uma companhia não deve haver lugar para este tipo de angles e depois, sobretudo, porque foi tudo tão bem preparado que o debut merecia uma vitória sobre um lutador que pudesse proporcionar um push e credibilidade mais favoráveis), mas penso que foi genial o facto de o apresentarem como sobrinho da dona da empresa, Dixie Carter (na altura, e até à pouco tempo, talvez, a personagem heel de maior importância no iMPACT Wrestling). No mesmo sentido, penso que foi também muito inteligente e importante o booking que lhe têm atribuído, permitindo-lhe, sempre, estar em competição e rivalizar com os nomes de maior projecção e mais consagrados da companhia. Foi assim com Sting, que lhe proporcionou uma atenção e cuidado fundamentais para se estabelecer como um wrestler a ter em conta e para o colocar numa posição cimeira do card (sobretudo, se tivermos em conta, que foi, na storyline, o combate contra EC3 que colocou Sting fora da TNA). Tal como também foi fundamental para a sua consolidação, crescimento e credibilização a rivalidade que desenvolveu com Kurt Angle e que, inclusive, lhe deu a benece, na storyline, de ser o responsável pela lesão do Olimpic Gold Medalist. Da mesma forma e de um modo consequente, seguiu-se uma feud com Bully Ray (depois de Sting, na altura, e Kurt Angle, indiscutivelmente, o maior nome da TNA), que colocou o jovem Hutter numa tipologia de combates e troca de promos mais intensa e violenta e que, felizmente para EC3, lhe permitiu mostrar um lado novo e diferente daquele a que as pessoas estavam habituadas ou poderiam esperar, demonstrando, uma vez mais, o rápido crescimento que ele registou e o facto de ser realmente multifacetado no que às suas qualidades, performences e interpretações diz respeito. Actualmente, prepara-se, ao que parece, uma rivalidade com Rhino, certamente, uma outra etapa e obstáculo que ajudará a cimentar EC3, ainda mais, como o talento da TNA que mais qualidades e potencial evidencia para se tornar na sua primeira grande super-estrela.

Se, em jeito de conclusão, nos perguntar-mos o que tem afinal EC3 que o torna tão especial ou o porquê de lhe antever um futuro tão promissor, responderei, facilmente, em poucos apontamentos. Michael Hutter tem uma imagem genial, pode não ser muito alto, mas o seu aspecto físico é brutal, ele tem um corpo trabalhado músculo a músculo e, quer se queira, quer não, à partida esse facto causa logo uma impressão diferente nas plateias e telespectadores, conferindo-lhe credibilidade à força e voracidade dos seus movimentos. Depois, Hutter possui, também, um carisma que é inegável e todos conseguimos verificar que a sua presença chama a atenção de uma forma bastante natural, sem que ele necessite de se esforçar para isso...e carisma é algo que não se ensina, ou nasce com as pessoas, ou nada feito. Num outro aspecto, temos de relevar as suas qualidades com o microfone, pois sempre que é chamado a realizar uma promo, a dar uma entrevista e/ou a participar de um segmento de backstage, fá-lo com grande distinção e sucesso. No mesmo sentido, as suas expressões faciais e corporal são geniais e essa componente é fundamental a qualquer wrestler que tenha de mexer com as emoções do público (quer na arena, quer na tv) e que procure contar uma história. Por outro lado, o seu gimmick e personagem caem-lhe como uma luva e ele tem desempenhado e interpretado o seu papel de uma forma brilhante, melhorando, ainda, cada vez que se apresenta na televisão num registo semanal. Pode-se, dizer, contudo, que é no ringue que as suas capacidades ainda necessitam evoluir, no entanto, os seus 31 anos e as provas que já deu da velocidade supersónica com que consegue apreender e aprender, fazem-me acreditar que rapidamente desenvolverá essas skills, tendo, inclusive, 12/13 anos ao mais alto nível para o conseguir. Ora, por todas estas razões e contextos, e se a TNA lhe continuar a atribuir um booking inteligente, estou em crer, como já referi, que estaremos perante o maior talento alguma vez "produzido" pela companhia nos seus, já, 12 anos de existência.


E vocês, como olham para EC3?! Julgam-no capaz de ser a primeira grande cara e drawer com o selo TNA!?


Um Abraço,
Dias Ferreira


PS: Não se esqueçam de indicar mais temas e assuntos que gostassem de ver ser tratados neste espaço.



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WWE NXT 28.08.2014 - Resultados + Vídeos | O novo general manager do NXT


O episódio desta semana do NXT apresenta mais um capítulo da construção do Takeover 2 do próximo mês. Em destaque no show está o main-event onde Tyson Kidd e Tyler Breeze fazem equipa contra. Adrian Neville e Sami Zayn. Foco ainda para o combate feminino entre Bayley e Sasha Banks e ainda o revelar do novo general manager da brand ....

quinta-feira, 28 de Agosto de 2014

WWE Network - The Monday Night War - WWE vs. WCW – Episodio 1 & 2


Com o objectivo de aumentar o conteúdo do WWE Network, a WWE apresenta um conjunto de episódios que irão abordar as The Monday Night Wars. Esta semana foram transmitidos os dois primeiros capítulos da série.....

Pro Wrestling in Pictures (206) A estranha face de Ambrose!

Mais um Pro Wrestling in Pictures que tem por objectivo mostrar o melhor e o pior do wrestling basicamente em imagens mas sempre com um toque de humor presente e hoje com uma edição diversificada! Relembro se quiserem podem enviar as vossas fotos para wrestlingnoticias@gmail.com que as melhores serão publicadas... 

quarta-feira, 27 de Agosto de 2014

TNA Impact Wrestling 27.08.2014 - Resultados + Vídeos - A melhor equipa?



O Impact Wrestling desta semana tem em destaque um open challenge do World Heavyweight Champion, Team 3D vs. The Wolves, Rhino vs. Ethan Carter III, Madison Rayne vs. Taryn Terrell num #1 contenders match e a estreia do sargento Chris Melendez....

Por pouco que era verdade #23: Chris Jericho necessita de tratamento de choque

Como diz o título, notícias que quase que podiam ser verdade, mas felizmente ou por vezes infelizmente não são.

O Ice Bucket Challenge que se tornou viral nas ultimas semanas também chegou aos lutadores de wrestling, e há dias que o desafio foi lançado ao antigo membro dos Spirit Squad, Kenny Dykstra. Sendo que este não realizou o desafio no período de 48 horas, dando uma explicação para tal no seu twitter: “Já realizei o meu banho público a alguns anos atrás quando ainda estava na WWE, juntamente com os meus colegas dos Spirit Squad, Shane e Vince McMahon”. A situação a que se refere está apresentada no seguinte vídeo.

                         

Tem sido revelado que Depois do Night of Champions, Chris Jericho voltará a ausentar-se dos ringues da WWE, o WN foi investigar a causa e chegou à conclusão que é fruto dos seus casacos com leds, que quando está a dormir em sua casa ou num hotel as luzes incandescentes dos seus casacos trespassam o armário, o que tem levado Y2J a não conseguir dormir. Coincidências ou não, desde que Chris Jericho começou a usar os seus casacos com luzes que tem vindo a estar pouco tempo na WWE até que se volte a ausentar de novo. Tem agendado para dia 25 de Setembro uma terapia de sono no hospital de Winnipeg. Diamond Dallas Page já informou que irá ajudar Chris Jericho nesta travessia no deserto.

 
The Usos já são umas das tag team com o reinado mais longo na WWE e fruto do seu sucesso, levou a que assinassem um contracto de publicidade com a seguinte marca portuguesa.

        

Puroresu Channel 2014 XXXIII – Maior show anual da DDT & Finais do Ikkitousen & Regressos de Shiozaki e Akebono


É o regresso do Puroresu Channel com o melhor do puroresu. A edição desta semana apresenta três eventos. O destaque vai para o maior evento anual da DDT, o Ryogoku Peter Pan que teve várias defesas de título e a presença de Hiroshi Tanahashi da NJPW. Completa o espaço a final do torneio Ikkitousen da BJW e ainda um evento da AJPW que teve os regressos de Akebono e Go Shiozaki.....

Dias is That Damn Good #206 – "A TNA Segura o Presente, Assegura o Futuro" (so manha)

Boas Pessoal!



Sejam bem vindos a mais um "Dias is That Damn Good", o espaço com mais história na nossa CWO ;)

Como é do conhecimento geral, a TNA enfrenta no momento uma das situações mais complicadas da sua história. Após o abandono de Hulk Hogan e Eric Bischoff e da saída de algumas das principais estrelas trazidas por eles, a companhia teve de reagrupar e fazer um downsizing no que respeita à sua produção, ao seu plantel e, particularmente, ao nível dos eventos que realizava. Por azar e, talvez também por consequência dessa situação, todo este período haveria de culminar com as notícias que dão conta da falta de vontade da Spike TV em renovar o seu contrato de televisão com a promotora. No mesmo sentido, são também já várias as notícias de uma possível debandada dos principais talentos da TNA...de talentos cujos contratos estão a expirar e a quem a companhia não consegue manter as mesmas condições e satisfações salariais.

Por outro lado, respondendo e precavendo-se de todos estes possíveis acontecimentos e situação, a companhia de Orlando (sediada, agora, em Nova Iorque) iniciou já um processo de renovação de contratos com os seus wrestlers mais jovens e promissores. Ora, o artigo que agora vos escrevo versa, precisamente, neste facto e opção que a TNA tomou de segurar, desde já, o presente, para assegurar o futuro.

Não percam, por isso, as próximas linhas...



A TNA enfrenta agora aquele que se constitui como o período mais importante e fundamental desde a sua criação. Atolada em problemas e desafios das mais variadas ordens, a companhia luta para conseguir manter o seu status e consolidar a segunda posição no ranking da hierarquia das promotoras de pro wrestling a nível mundial. Consequentemente, a renovação do actual contrato e acordo televisivo com a Spike TV e/ou a celebração de um novo, nos mesmos moldes, como um outra estação/grupo de televisão assume uma tremenda importância. Porque dependerá, sempre, de um acordo deste género a capacidade que a empresa terá ou continuará a ter para conseguir divulgar, disseminar e promover os seus produtos, programas e lutadores. No mesmo sentido, só um spot num canal de televisão de considerável dimensão proporcionará as receitas (em patrocínios e outros acordos comerciais) que permitem financiar e custear a actividade da promotora de uma forma estável e sem que esteja sempre com uma "corda na garganta". Em última análise, penso que todos percebemos que sem a possibilidade de transmitir o iMPACT Wrestling o próprio valor da TNA fica bastante diluído, assim como a sua capacidade de atracção no que respeita ao público e, acima de tudo, aos wrestlers (e aqui refiro-me tanto aos que constituem o seu plantel, como aos que militam no circuito independente e aos free-agents).

Para piorar ou dificultar mais ainda a situação, já de si bastante complexa, sabemos que muitos dos contratos celebrados com as estrelas de maior nome e visibilidade possuem clausulas especiais que permitem a sua cessação caso a TNA não consiga apresentá-los e expô-los, num registo semanal, em televisão. O que a juntar ao necessário aperto salarial que a companhia tem obrigatoriamente de cumprir com os lutadores do seu roster, nos permite compreender o porquê de, neste momento, saírem e serem publicadas tantas notícias relativamente à possibilidade de algumas das estrelas mais famosas da empresa poderem estar de saída. Em todo o caso e se me perguntarem a minha opinião a este respeito, devo confessar que não acredito que as estações de televisão estejam dispostas a desistir de um programa que, semanalmente, atinge um número redondo em redor do milhão de telespectadores. Por isso, mesmo que a Spike TV deixe de estar verdadeiramente interessada em manter o iMPACT Wrestling na sua programação e que toda esta situação não se revele mesmo e apenas um jogo de cintura negocial, estou em crer que outra estação/grupo aparecerá interessada em transmitir o show. E, neste sentido, portanto, não acredito ou talvez não queria acreditar que a TNA deixará de ter a possibilidade de transmitir o seu programa na tv...quando me refiro a tv estou, claramente, a reportar-me para a cobertura em território norte-americano, uma vez que este é que se constitui como fundamental para viabilizar todas as questões e problemáticas que tenho vindo a levantar.



Ainda assim, se eu estiver enganado e se, numa situação limite, a companhia não conseguir renovar o seu acordo com a Spike TV ou celebrar um novo com outra cadeia de televisão, penso que a administração da TNA tomou, desde já, uma importante medida no sentido de assegurar o futuro no que à constituição do seu roster diz respeito. Devo dizer, ainda, que foi uma decisão que me surpreendeu pela positiva, pois apesar de achar que ela faz todo o sentido e é inteiramente justificada, de facto, não estamos habituados a que Dixie Carter tome as melhores opções. Falo, claro está, da renovação, por múltiplos anos, dos contratos que a TNA tinham com alguns dos seus jovens talentos de maior qualidade e potencial...sem qualquer réstia de dúvidas, uma tomada de atitude que se impunha e que se define, talvez, como a primeira grande medida bem tomada pela administração da companhia. A verdade é que muitas vezes as crises lançam-nos desafios que, se encarados de maneira correcta e com a atitude certa, nos abrem as portas para os resolver e solucionar com opções bastante válidas. Ora, se houve uma realidade que todo este clima e ambiente negativo em redor da TNA proporcionou, foi a necessidade da promotora apostar nos jovens wrestlers e de lhes proporcionar um maior espaço e tempo de antena. De facto, se tivermos o cuidado de analisar a história da TNA, facilmente, verificamos que a falta de talento e qualidade dos seus lutadores nunca foi e/ou constituiu um problema, pelo que deve ser encarado com total naturalidade o facto de o espaço deixado vago por alguns wrestlers já consagrados que foram saindo, estar a ser bastante bem ocupado (e em algumas situações melhor aproveitado e rentabilizado) com a ascenção de uma nova geração de talentos...de wrestlers que trazem consigo, verdadeiramente, a marca TNA.

Deste modo, mesmo que a TNA perca algum do seu star power e grandes nomes como Bully Ray e Devon, como Jeff Hardy e Matt Hardy, como Kurt Angle e Bobby Lashley, entre outros, a verdade é que a companhia já segurou o presente e assegurou o futuro com nomes como Bram e Magnus, Gunner e Samuel Shaw, Kenny King e Robbie E e/ou, especialmente, Ethan Carter (EC3). Jovens wrestlers cuja juventude permite adivinhar um futuro ao mais alto nível durante onze ou doze anos; jovens talentos cuja qualidade permite garantir, desde já, a apresentação de combates atraentes e conseguidos, assim como um excelente desenpenho no que ao entretenimento diz respeito (mic skills – promos, entrevistas, segmentos de backstage, etc); jovens lutadores que pelo potencial que evidenciam nos deixam esperançados quanto à possibilidade da TNA, pela primeira vez, conseguir lançar o seu grande drawer (e aqui, a minha aposta vai, claramente, para EC3).


E para vocês, a TNA tem feito bem em renovar com os jovens talentos!? Quais os wrestlers mais jovens que mais apreciam na TNA?!


Um Abraço,
Dias Ferreira


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WWE Main Event 26.08.2014 - Resultados + Videos | Seth Rollins x RVD


Nesta edição do WWE Main Event, está confirmado um combate entre o atual Mr. Money In The Bank Seth Rollins e um ex-detentor da mala do Money In The Bank assim como ex-WWE e ECW Champion, Rob Van Dam. Completa o episódio mais dois combates, um de equipas e um de singulares......

terça-feira, 26 de Agosto de 2014

Análise e Pensamentos do WWE RAW: Como te atreves John Cena?


A WWE regressou ontem ao USA Network para mais um Monday Night RAW que aconteceu em Anaheim, Califórnia e apresentou mais um capítulo da construção do PPV Night of Champions que acontecerá no próximo mês em Nashville. Isto quer dizer que aconteceu o restabelecer do favorito das massas, John Cena. ....

Zona Indy 2014 (34) Resultados, Notícias e Cards |Resultados DBD da ROH e card do BOLA

É o regresso do Zona Indy com o melhor do wrestling independente. O espaço de hoje apresenta os resultados do fim-de-semana que teve o Death Defore Dishonor XII da ROH em destaque bem como shows da SHINE e CZW.  Completa o espaço as noticias independentes com destaque para o futuro da Ring of Honor e ainda o card do BOLA do próximo fim de semana....


segunda-feira, 25 de Agosto de 2014

WWE Monday Night Raw 25.08.2014 - Resultados + Videos | O regresso de John Cena



O Monday Night RAW desta semana apresenta mais um capítulo da construção do Night of Champions e o destaque do show é o regresso de John Cena a TV da WWE. A WWE convocou os Hall of Famers para um debate John Cena contra Brock Lesnar pelo WWE World Heavyweight Championship no Night of Champions. Foco ainda para rematch da Wrestlemania 30 entre John Cena e Bray Wyatt....

domingo, 24 de Agosto de 2014

Dias is That Damn Good #205 – "Um Patrão Negligente"

Boas Pessoal!



Sejam bem vindos a mais um "Dias is That Damn Good", o espaço com mais história na nossa CWO ;)

No Pro Wrestling as diversas promotoras que compõem o business estão extremamente dependentes das qualidades e capacidades de quem as administra e chefia. São os "owners" quem pode dotá-las da capacidade e viabilidade financeira necessárias à sua subsistência, são os "patrões" e a credibilidade dos mesmos que permitem a celebração de acordos comerciais e de televisão indispensáveis à promoção e disseminação dos seus produtos e, em última análise, são os "donos" que têm a palavra-chave sobre a estratégia, planos e caminhos que as companhias trilham. Neste sentido, uma administração capaz e preocupada com a sua companhia permitirá sempre o seu crescimento e desenvolvimento; uma administração não tão capaz mas interessada, certamente, encontrará soluções para a viabilidade da sua empresa; mas, por outro lado, sendo capaz ou incapaz, uma administração desinteressada e despreocupada, constituirá, sempre, uma grande limitação e condicionante à evolução da sua promotora.

Deste modo, pegando no terceiro caso atrás mencionado que é o que me importa tratar hoje, percebemos que é, sobretudo, a ele que nos referimos quando olhamos para a empresa que é detentora da Ring Of Honor (o Sinclair Broadcast Group). Assim, aquilo que me proponho abordar ao longo do presente artigo está relacionado com esta má gestão e aproveitamento que o SBG tem feito das potencialidades e qualidades da ROH e, acima de tudo, com a negligência que tem pautado a gestão que o mesmo grupo tem feito da promotora.

Não percam, por isso, as próximas linhas...



A Ring Of Honor foi criada, corria o ano de 2002, por Rob Feinstein e Gabe Sapolsky, sendo o seu presidente e detentor Cary Silkin. Nessa altura, rapidamente aproveitou o espaço deixado vago, pelos últimos pequenos territórios que sustentaram a sua actividade até aos anos 90 e pelo encerramento da WCW e da ECW, para se estabelecer como uma das promotoras mais importantes em solo norte-americano. Altamente diferente dos antigos territórios independentes e pioneira no estrito sentido do indy wrestling, a ROH marcou a sua posição e tornou-se visível e conhecida pelos seus espectáculos que, para além de contarem com alguns ex-talentos da ECW e outros jovens wrestlers de elevado potencial, pautavam pela apresentação de combates repletos de grandes spots e conduzidos a uma velocidade frenética. Com o passar do tempo a pequena promotora foi crescendo, assegurando uma base de fãs bastante fiel e revelando um sem número de talentos que, posteriormente, brilhariam ao serviço da WWE e TNA (como AJ Styles, Samoa Joe, CM Punk, Daniel Bryan, Austin Aries, entre outros). Os anos de 2008 e 2009 marcariam, contudo, um novo rumo e página na história da promotora, com a substituição de Gabe Sapolsky por Adam Pearce (no booking da empresa) e a celebração de um contrato que permitia à companhia apresentar um pequeno programa na estação de televisão HDNet Fights. Durante este período a ROH passaria também a realizar iPPVs e a chegar, deste modo, a um maior número de fãs e telespectadores. Já em 2010, Adam Pearce seria substituído como booker por Hunter Johnston (mais conhecido como Delirious) e em 2011, chegaria ao fim o acordo celebrado com a HDNet Fights. Depois de um período que talvez tenha sido o mais difícil e complicado na história da promotora, o Sinclair Broadcast Group adquiriria a Ring Of Honor, disponibilizando-lhe um spot de prime-time num dos canais que o grupo televisivo controla e mantendo o até então Presidente, Cary Silkin, num cargo executivo. Já no decorrer do presente ano (2014) a companhia anunciou a sua entrada no mercado tradicional de PPVs, abrindo-se-lhe, desta forma, novas portas e horizontes no sentido de aumentar as receitas e, ao mesmo tempo, alargar ainda mais o seu core de fãs e seguidores.

Ora, depois desta pequena e rápida revisão à história da ROH, importa debruçar-mo-nos naquilo que, ao longo da sua existência, constituiu o suporte e tomadas de decisão por parte de quem a administra e chefia. E, neste capítulo em particular, a meu ver, são inúmeras e demasiadas as críticas que se lhe podem apontar. Em qualquer área de actividade de que participamos ao longo das nossas vidas e percursos profissionais devemos sempre dar o máximo e procurar melhorar e evoluir. Quem não o faz, está, como me parece óbvio, com uma postura e atitude bastante erradas e que lhe podem ser prejudiciais. Por consequência, quando falamos na administração de uma empresa, são os mesmos valores e pro-actividade que nos devem mover e, como tal, qualquer dono, patrão ou chefe deve dar o máximo no sentido de fazer a sua companhia crescer, desenvolver-se, evoluir e tornar-se cada vez mais sustentável. É, portanto, neste ponto em concreto que a administração da Ring Of Honor tem falhado e tem falhado de um modo feio. Assim, se de 2002 (data da sua criação) a 2011 (data sua aquisição por parte do Sinclair Broadcast Group) não podemos levantar grandes acusações ao que constituiu a gestão levada a cabo por Cary Silkin (porque há que reconhecer as limitações de âmbito económico-financeiro que a acompanharam e que, ainda sim, não deixaram de permitir o constante e progressivo crescimento da promotora), o mesmo já não podemos dizer da data e período que marca a entrada em cena do Sinclair Broadcast Group. Porque este grupo já possui uma considerável dimensão no mercado televisivo norte-americano e tem capacidades e potencialidades financeiras que bem aplicadas e investidas na ROH, certamente, permitiriam à promotora um crescimento, consolidação e alargamento da base de fãs e seguidores bastante mais rápido.



A Ring Of Honor é, ainda, considerada por muitos como uma indy promotion (é, aliás, vista como a Raínha das Indys), no entanto, a companhia já tem ao seu dispor meios e ferramentas de que nenhuma outra empresa do circuito independente goza, como o acesso ao mercado televisivo e de PPVs. Por outro lado, a atracção que a ROH exerce sobre os talentos e free-agents que percorrem o circuito independente é, também, bastante superior à dos seus concorrentes, uma vez que os wrestlers sabem que a exposição mediática e visibilidade a que estão sujeitos nesta promotora é bastante superior aquela a que estariam expostos nas demais. Ora, perante todas estas mais valias e vantagens competitivas, porque raio ainda consideramos a ROH como uma indy?! A resposta parece-me que está, acima de tudo e em consonância com o que venho escrevendo ao longo deste texto, ligada à forma como o Sinclair Broadcast Group tem gerido a promotora e com os meios que esse mesmo grupo não tem disponibilizado e investido na produção e promoção da ROH. E falo nesta questão da produção e promoção, em particular, porque, de facto, a primeira ideia com que uma pessoa fica cada vez que assiste a um programa da companhia ou a um dos seus ppvs é de que a sua produção e imagem são demasiado pobres, extremamente escuras e extraordinariamente pequenas, fechadas e claustrofóbicas...e este é, de facto, o ponto fulcral em que a ROH não consegue diferenciar-se de qualquer outra indy promotion.

Em muitos casos a percepção é ou torna-se a realidade e se quando as pessoas olham para a ROH vêm algo pequeno e extremamente mal produzido, irão sempre encará-la em conformidade com essa imagem e primeira fotografia que lhe tiraram. Portanto, pergunto-me, já que o SBG está a investir na ROH, porque raio não o faz como deve ser e no sentido de conseguir retorno?! Será assim tão difícil adquirir os equipamentos necessários a uma produção minimamente moderna e que consiga transmitir uma imagem profissional do que é feito na promotora?! É assim tão complicado comprar mais umas cameras e um sistema de luzes que dê brilho e luminosidade à plateia e ringue?! Qual a dificuldade de adquirir um ringue um pouco maior e de lhe apertar as molas, para dar mais espaço aos wrestlers e, ao mesmo tempo, credibilizar a dureza do local onde combatem?! Por outro lado, porque raio não aumentam o tempo e espaço de antena do programa semanal da ROH para 90 minutos?! Quais os entraves a começar a estruturar esse mesmo programa no sentido de lhe conferir uma sequência lógica de storylines, storytelling e acontecimentos?! Têm medo de apresentar um produto main stream e de alargar o número de seguidores?! Acreditam que é impossível ser diferente da WWE e/ou da TNA se apresentarem um produto direccionado para um número mais largo de espectadores e telespectadores?! Querem ficar com a dimensão que possuem actualmente ou crescer e evoluir?! Vão continuar a negligenciar os talentos que possuem apenas porque não querem investir seriamente na produção e promoção da companhia?! Enfim, um sem número de questões a que esta administração e gestão por parte do Sinclair Broadcast Group tem dado uma resposta que, na minha opinião, é tremendamente insatisfatória e negativa.



E vocês, o que pensam da gestão que o SBG tem feito da ROH?! O que fariam de diferente?! Como aproveitariam todas as potencialidades e qualidades da ROH?!


Um Abraço,
Dias Ferreira


PS: Não se esqueçam de indicar mais temas e assuntos que gostassem de ver ser tratados neste espaço.



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MMA: UFC Fight Night 49: Henderson vs. Dos Anjos - Resultados + Videos


Vinte anos depois do histórico UFC 4, a maior organização do MMA mundial retorna à cidade de Tulsa, em Oklahoma, para o UFC Fight Night 49, que fecha mais um sábado de jornada dupla com seis lutas em quatro categorias diferentes no card principal e bem mais atrações do que o evento chinês da manhã.

O combate mais importante da noite traz o ex-campeão dos leves Ben Henderson em busca de sua terceira vitória seguida na tentativa de retomar o cinturão. O adversário da vez será o carioca Rafael dos Anjos, que tenta vencer pela segunda vez após o revés sofrido em abril....

sábado, 23 de Agosto de 2014

Vídeos Humor - Botchamania 256 | O pior do SummerSlam


O Humor no wrestling! Hoje apresentamos o episódio 256 do BotchaMania que tem em destaque o rescaldo do pior do SummerSlam e do RAW com o seu fallout. Recordam-se os grandes momentos do shows da TNA em Nova Iorque e ainda o mítico TLC onde Chris Jericho deu uma concussão a Bully Ray ....

MMA: UFC Fight Night 49: Henderson vs. Dos Anjos - Antevisão + Pesagens


Vinte anos depois do histórico UFC 4, a maior organização do MMA mundial retorna à cidade de Tulsa, em Oklahoma, para o UFC Fight Night 49, que fecha mais um sábado de jornada dupla com seis lutas em quatro categorias diferentes no card principal e bem mais atrações do que o evento chinês da manhã.

O combate mais importante da noite traz o ex-campeão dos leves Ben Henderson em busca de sua terceira vitória seguida na tentativa de retomar o cinturão. O adversário da vez será o carioca Rafael dos Anjos, que tenta vencer pela segunda vez após o revés sofrido em abril....

SmarkDown! - Vince Russo vira face? (Histórias do Wrestling)


Num formato inovador na comunidade online de wrestling portuguesa, o SmarkDown! trás as opiniões e análises imparciais sobre tudo o que é Wrestling, enquanto educa sobre momentos históricos deste grande espectáculo. João Basílio será o vosso anfitrião e guia dentro do mundo do wrestling, por isso preparem-se para um verdadeiro SmarkDown!...

Slobber Knocker #113: Rescaldo do SummerSlam


Sejam bem-vindos a mais uma edição do Slobber Knocker, que esta semana vos traz a habitual revisão do SummerSlam, que ainda está relativamente fresco e que ainda vai dando que falar. Com razões para isso, teve momentos marcantes e até foi um evento bastante sólido, que soube apresentar consistência no seu conteúdo e qualidade.

Conseguiram culminar várias rivalidades de alto calibre de forma digna e ainda tiveram um exclusivo: todos os títulos que se encontravam em jogo mudaram de mãos. Foi um evento agitado e dou-lhe um balanço bastante positivo. Agora tenho é que analisar a coisa, um a um, porque é assim que isto normalmente funciona.

Rob Van Dam derrota Cesaro no Kickoff


Um combate para preencer o Kickoff com pouco propósito. Acredito que RVD e Cesaro tivessem tantas razões para se enfrentarem como RVD teve de vencer. Nem eles estavam a rivalizar sequer, nem RVD precisa mais de vitórias do que Cesaro. Por esta altura, o caso já é preocupante. Estávamos todos contentes pelo destaque que estavam a dar ao Superstar Suíço quando vimos o seu espectacular desempenho na Wrestlemania XXX e na battle royal que venceu e até nos babámos com a aliança a Paul Heyman. Parecem ter deixado cair tudo e Cesaro já anda na mó-de-baixo outra vez. Parece que é assim com os bons. Ainda por cima, nem lhe deixam fazer o swing a miúdo, quase como quem diz "Não estejas tão over".

Este combate, sem qualquer background ou construção ou propósito, podia ser uma boa oportunidade para começar a restaurar Cesaro. Tinha uma vitória num palco importante, sobre um veterano respeitado ex-Campeão Mundial. Recuperava algum momentum e podia iniciar um novo trajecto em direcção a algum título - suponhamos o Intercontinental já de Dolph Ziggler, muita coisa boa viria a sair daí. Em vez disso, venceu Rob Van Dam porque sim. Porque deve precisar de muita construção para se aliar a um Campeão perdido que já deve ter mais tentativas de vencer outros títulos, que defesas do seu. Não tem grande rumo, mas ele arranja-se depressa, já Cesaro beneficiria daqui. Ficou um combate razoável, bom para o Kickoff e que desse para entreter. Os comentadores estavam demasiado ocupados a falar de tudo e mais alguma coisa menos do combate, para perderem o momento em que Cesaro faz troça do Rolling Thunder. Teve um momento bastante curioso com constantes tentativas de Five-Star Frog Splash de RVD, sempre para ser interrompido por um senhor Uppercut ali bem aplicado. 

No final, RVD sai vencedor, contra a minha vontade - como se eu controlasse aquilo. Combate com pouco propósito e ainda menos rumos, não se adivinha qualquer futuro para ambos a partir daqui. Mas também... Considere-se que era só um Kickoff.

Dolph Ziggler derrota The Miz pelo Intercontinental Championship e ganha o título


Daquelas coisas que não estava à espera, o que apenas fez com que soubesse melhor. Convencidíssimo estava eu de que não iam dar um reinado curto ao Miz, ainda para mais quando ele parece ter melhorado outra vez. Esta sua personagem de "estrela de Hollywood" de meia tigela iluso assenta-lhe e torna-o montes de vezes mais interessante e engraçado do que um babyface genérico qualquer. E assim já gosto dele outra vez. Já o Ziggler é o Ziggler. Há anos que ele merece o topo, há anos que o presenteiam com o fundo. Já não era sem tempo, que o recompensassem com alguma coisa outra vez.

Foi o combate encarregue de abrir o evento - após a abertura pouco pertinente com Hulk Hogan - e fez bem o seu trabalho. Deixava a coisa bem quente e apresentou-se como um combate bem bom. Já acima da média. Parece que este Miz não vem só com medo que lhe estraguem a tromba, perdão, a "Moneymaker". Também parece empenhado para combater como um wrestler autêntico. 

Desenvolveram bem a acção de forma equilibrada e deu para alarmar o mais ingénuo espectador de qualquer um podia vencer, em certos momentos. Primeiro ponto alto será o Superkick em cheio na Moneymaker que, não só tem aquele significado psicológico, como também foi lindo - daqueles Superkicks do Ziggler e o Miz até vendeu à homem. Mas o ponto mais alto foi a inversão de um Famouser, que resultou num bom Skull Crushing Finale. Bom spot mesmo que a câmara tivesse dado a impressão de um "no sell" por parte de Miz. O "kick out" foi o momento do pincho e estava ali a nossa esperança para que Ziggler realmente vencesse. E assim que capitalizou o Zig Zag, o pincho foi muito maior que o anterior. Ziggler era o novo Campeão Intercontinental e era finalmente recompensado após demasiado tempo na amargúria. Que se espere um bom, recheado e prestigioso reinado e que só perca para alguém muito digno.

Daqui para a frente, há mais entre estes dois. Já existiu um rematch mas Ziggler perdeu para uma contagem, o que lhe permitiu reter o título. E o que permite também a abertura para a "sequela" do combate do SummerSlam, já que o Miz gosta de falar nesses termos. Ric Flair já se aliou a Ziggler - e, aparentemente, também se esqueceu da sua antiga aliança com Miz, mas pronto, é o Flair, perdoa-se a senilidade - e ficamos por saber se é para levar essa parceria para a frente. Quiçá Flair esteja no canto de Ziggler, quiçá este roube o Figure Four Leg Lock a Miz. O certo é que há mais a fazer entre estes dois e espera-se que seja tão bom ou melhor como o bastante competente combate de abertura que nos deram neste SummerSlam!

Paige derrota AJ Lee pelo Divas Championship e ganha o título


Não esteve nem perto de constar entre os melhores combates da noite e ainda foram um ponto com menos de cinco minutos no meio de um card totalmente entretido. Mas é com estas duas que se tem dado o melhor da divisão das Divas em muito tempo. E se calhar as palavras chave são "estas duas", porque há pouco mais por onde tirar algo de qualidade suficientemente sólida na divisão feminina, justificando a prolongação desta rivalidade.

Já era fã da Paige há bastante tempo, de todas as maneiras que possam achar que sou fã, e não podia estar mais contente por vê-la ascender ao main roster para ser devidamente utilizada e não para ter combates de punhado de minutos no Main Event contra outra Diva inferior, enquanto o título das Divas anda a ser disputado à pressa. Paige subiu para o topo da divisão, onde deve estar - espero é que perdoem a Emma, porque ela também devia lá estar - e esta sua nova personagem só me deixa mais fã ainda, se fosse possível. A história tem mantido o interesse e têm explorado bem a loucura de ambas as competidoras para fazer das duas jovens notáveis nos programas semanais e com uma história palpável em vez de uma troca de vitórias e derrotas e puxões de cabelos - mas também houve isso tudo na mesma, só que tinha mais recheio.

Felizmente, tiveram um combate decente no Battleground e quiseram continuar. E ainda mais felizmente, deram um combate ainda melhor - mesmo que curto - no SummerSlam. Um bump duro de AJ e um aplaudível voo da mesma, parecia que fosse a Campeã a dominante. Decidiram ir contra a minha previsão e fizeram-me falhar logo os dois primeiros combates. Paige sai por cima de forma forte, com o seu antiguinho "RamPaige" e ainda "felicita" a sua "amiga" com um beijo que valeu mais para muitos do que o combate. Não esperava que Paige se tornasse já tão rapidamente uma bicampeã e certamente não esperava que AJ ficasse com este seu também segundo reinado tão curto. Mas fizeram-no e não há nada aí que me desagrade - claro que gostava de mais um reinado longo de AJ, mas ao menos, só perdeu para a certa.

Não sei se esta rivalidade tem assim muito mais a dar. Ainda tiveram uns problemas no seguinte Raw, a continuar os jogos mentais entre as "amigas". Mas já andam rumores de AJ se afastar da WWE por um tempo, daí a sua perda do cinto. Como nunca dá para se confiar em nada, temos que esperar para ver. Talvez queiram prolongar isto ainda mais, com todo este "back and forth". AJ ainda tem um rematch. Despacha-o já ou espera pelo Night of Champions? Depois dela, para quem mais poderá Paige voltar-se? Tendo em conta que ela já derrubou algumas boas anteriormente - Naomi e a versão psicótica de Alicia Fox - sobra uma boa feud com a mesma solidez desta com Natalya. E a Emma, não se esqueçam da Emma, valorizem-na um pouquinho.

Rusev derrota Jack Swagger num Flag Match


Não foram pelo "Flag Match" tradicional que esperávamos, que consistia mais num jogo de recreio do que num combate de wrestling. E com uma feud tão "Sgt. Slaughter vs Nikolai Volkoff" como esta, também não havia necessidade de deixar as coisas mais 80 ainda. Podiam até ter capitalizado na ideia de Swagger vencer sem que Rusev necessitasse de sofrer um pin. Mas não tomaram qualquer desses caminhos e tivemos um combate do mais normal e tradicional, com a única estipulação de que se ergueria a bandeira e se cantaria o hino nacional do país vencedor. Só isso.

Não sou lá grande adepto dese tipo de feuds de "escala mundial", a dar a entender que existe mesmo um conflito mundial a ser representado por dois wrestlers e que eles têm uma nação inteira por trás, representando tudo o que eles pensam. Também não sou grande adepto de costumes antiquados e já dei uma alcunha a esta feud e podia ter-lhe chamado "Lex Luger vs Yokozuna" ou qualquer coisa que não seja desta época. Mas tem sido uma história relevante, gosto do Rusev e até parece estar a arrebitar o Jack Swagger. Coisas bem feitas, até posso aceitar, não tenho outro remédio. E visto que gostei do combate, ainda não me posso debruçar em queixas.

Utilizaram a medida inteligente - quando bem feita - para deixar um perdedor parecer forte. Swagger não cedeu ao Camel Clutch e não desistiu, deixando-se assim, desmaiar, algo que pretende demonstrar o perdedor como forte, que lutou sempre até não conseguir ir fisicamente mais longe. Rusev também ficou favorecido por ganhar praticamente numa perna e prendendo o finisher a sofrer tanta dor quanto a que provocava. Mas sem o largar. Foi um combate entusiasmante e acho que estão a dar os passos certos para que Rusev não caia na amargura e vire alguma personagem de dança, como já muita boa gente tinha feito a críptica previsão.

Talvez tenha maior problema com o pós-combate. Não por estar ofendido com a patada a Zeb Colter, até pelo contrário. É pelo repentino escândalo ético que é agredir um sénior veterano de guerra e avô... Agora. O Rusev que o fizesse há uns meses atrás e era um herói. Qualquer um podia fazer o que queria ao Colter porque a malta assim o queria. E o Big Show já não lhe fez pior? Eu entendo que as coisas mudam radicalmente com as viragens de Face para Heel e vice-versa, mas a ofensa e nojo manifestados nisto não deixam de puxar conversa. Ao menos o JBL é o único consistente. E agora veremos como é o futuro de Swagger. Rusev já está de mãos cheias com Mark Henry e Swagger anda a tentar reconquistar o orgulho do público Americano que já não queria saber assim tanto dele, logo de início. E entretanto, já parece ter algo a resolver com Bo Dallas. Por mim, era já esta feud o foco - uma equipa também não era uma ideia tão má, se a sua Face Turn não fosse tão recente. Veremos quantas feuds se amanham para o Night of Champions sem tirar lugar a Champions - é certo que agora são só 5 e isso já depois de lembrar que Sheamus é um deles.

Seth Rollins derrota Dean Ambrose num Lumberjack Match


Se cabeças se baixaram de desilusão e a alegria foi substituída por um constrangedor desânimo quando se soube que a estipulação para o bruto combate e culminar de rivalidade azeda e intensa... Era um Lumberjack match... Não viram as coisas da mesma forma que eu. Eu tinha plena confiança nestes dois competidores e eles comprovaram porquê. E com certeza que foi o melhor combate Lumberjack que vocês já viram e que, enquanto não arranjarem outro par da laia destes ou os mesmos para mais um, o melhor que alguma vez verão.

Seth Rollins e Dean Ambrose provam porque é que são eles o centro principal da programação televisiva da WWE e o porquê de se apontar o dedo a eles logo de imediato quando se questiona em relação ao futuro da companhia. São apenas os indivíduos com a melhor feud actual e apenas os indivíduos que sacaram o combate da noite a partir de um combate Lumberjack. São Seth Rollins e Dean Ambrose e mais não é preciso dizer. São os lutadores que lutam por entre o público num combate Lumberjack, verifiquem lá nos registos quantos conseguem fazer isso e o quão fácil é de fazer.

Já a partir daí, tínhamos algo. Estes dois não estavam a seguir as regras do combate Lumberjack e estavam a rebentar-lhe as costuras para expandir a qualidade e intensidade do combate. Um ringue fechado por homens é demasiado pequeno para eles e transmitiram bem a ideia. O spot em que Rollins foi carregado que nem um Adam Rose para dar "aquele spot" do Ambrose a derrubar uma data de corpos é para ser lembrado. E Kane por perto já nos revela que vai sair asneira. Com a adição de um pouco de injúria, Ambrose tinha Rollins derrotado... Com o seu próprio CurbStomp. Não fosse Kane a interromper e a causar a bulha entre todos - daquela em que começam todos à porrada uns com os outros, sem razão para isso - para deixar o combate Lumberjack mais caótico ainda. E Goldust até teve direito a um momento de glória, ao ser o primeiro a impôr-se - fazia sentido que fosse o veterano que por acaso já conhece bem Kane e tem pouco a temer dele. Uma malinha para a cabeça de Ambrose sela o acordo e prova a moral da história: Rollins não consegue derrotar Ambrose por si só.

E há muita fruta a retirar daqui. Já levaram o caso para o Raw num Falls Count Anywhere - estipulação que eu pensei que fossem disputar já no SummerSlam - que foi mais uma brilhantinha de combate, a fechar o Raw em grande, com um spot a fazer "throwback" aos dias da CZW de Ambrose. E não deve ficar por aqui. Ambrose é capaz de se retirar por um tempo para fazer o tal filme que nos vai roubar a melhor personagem da WWE dos nossos ecrãs, por uns tempos. Não sei por quanto tempo, mas o melhor mesmo era Ambrose regressar com um Rollins já Campeão. Assim já estão a ver onde isso vai dar, não estão?

Bray Wyatt derrota Chris Jericho


Admitamos que quando vimos que iam haver turras entre estes dois, saltámos de entusiasmo. Mas que a história não ficou propriamente bem coordenada. Wyatt fala sempre daquela forma críptica, mas percebemos sempre, mais ou menos, porque é que ele ataca alguém. No caso de Jericho ainda fica ali a pairar no ar. É pelas suas ausências? A tal auto-aclamação como um salvador falso? Alguma coisa é. A gente acaba por desistir e render-se à ideia principal mais generalista: bons combates se extraem entre estes dois e Jericho tem mais um para deixar over.

O que compensou tudo isto foi o segmento de entrevista do passado Raw, o último antes do SummerSlam. Foi brilhante. E cabia agora aos dois aclamados Superstars, superarem o bom combate do Batleground, com um ainda melhor. Era para aí que pareciam apontar e parecem ter sucedido. Foi um combate acima do mediano, que apresentou mais uns spots empolgantes a deixá-lo uns furos acima do anterior. Deixou Wyatt over de forma forte - não só ele conseguiu ganhar de forma limpa, entrar na cabeça de Jericho com os seus habituais joguinhos mentais, resistiu a um Codebreaker... E, parte a realçar, fê-lo sem ter Luke Harper e Erick Rowan, da sua afamada Wyatt Family, a seu canto. Bray Wyatt sabe como "fechar um negócio" e sabe como fazê-lo sozinho.

Ficou bem jogada a vitória de Jericho no PPV anterior para lhe dar uma vitória significativa. O tipo tem um currículo que quem dera a todos, mas se só se deitar para todos, deixam de ter significado as vitórias sobre ele e ele perde o seu propósito. Mais uma vez, a sua visita é de curto prazo, logo não deve dar assim muito tempo para Jericho se meter em mais alhadas diferentes e ainda deve concluir esta feud com Wyatt com um renhido desempate que, seguindo a sequência, espero que seja então ainda melhor do que este. Para depois disto, Wyatt terá alguém com que se meter, com certeza. Nem que tente caçar algum títulozinho, que nem caía assim tão mal umas tormentas ao Ziggler - para além das que ele deve ter lá dentro...

Stephanie McMahon derrota Brie Bella


Um caso em que foi a história que carregou o combate, visto que não existiam grandes condições para retirar daqui algo estonteante. Os cantos de "you still got it" para Stephanie foram engraçados, mas não sei se são assim tão correctos. A surpresa não foi que ela ainda conseguisse, foi que conseguisse sequer. Já se safou em ringue, no passado, mas apenas através do "desenrascanço" e é bem possível que este Domingo ela tenha lutado o melhor da sua carreira. Todos a adoramos, mas sabemos que ela sempre foi 90% personagem - brilhante - e 10% wrestler.

Mas foi um combate bem entretido, não era o wrestling que ia interessar neste caso. O que ia interessar e assim fez, foi o domínio de Stephanie McMahon, que demonstrou que ela não era dominante apenas fora do ringue, também sabia dar uma coça dentro dele; o contar de história e a psicologia que envolvia vender a história das últimas semanas e meses para culminar neste combate; as óbvias interferências; o fantástico oversell de Triple H ao Baseball Slide da Brie Bella - para mim ainda é o melhor momento do combate todo. E claro, a previsível Heel Turn mas que ainda foi bem feita - e vendida pelos comentadores como o choque do ano, mesmo que se visse a milhas de distância. Ainda nem o combate estava marcado e eu já sabia que Brie e Stephanie se iam enfrentar e que Nikki ia fazer asneiras e custar o combate à irmã.

Com isto, esta história tem que ser o melhor que alguma vez envolveu as Bellas. Fica a perder por alguns segmentos que padecem de dotes de representação e algumas ideias menos boas como a Megan "Claire Lynch da WWE" Miller. Tem sido uma história entretida e até leva muitos tons à antiga e nem é só pelo palavreado que tende a ser evitado nos dias de hoje, a ser aqui cuspido como o mais comum e corrente discurso. Ainda tem mais para dar, se evitarem promos menos felizes como a do último Monday Night Raw, que colocou as irmãs frente a frente.

O mais interessante é que as implicações futuras disto vão dar ao Total Divas. Vejam lá o que esse programa já fez: colocou um "TV-14" em programação da WWE, reinstalou atenção na divisão feminina e agora até puxa histórias com um mínimo valor de entretenimento para os programas televisivos e PPVs grandes. É claro que isto terá mais desenvolvimentos. As duas irmãs enfrentar-se-ão em ringue brevemente e Stephanie continuará a vigiar de perto com um sorriso maléfico - ela também não tem outro, nem quando não quer. Nikki deve manter-se Heel e fica a questão: questionaremos a moralidade e ética de Cena por ter um relacionamento com uma Heel? Heel Turn à vista... No Total Divas?!

Roman Reigns derrota Randy Orton


Vendido como a derradeira prova para Roman Reigns. Mesmo que eu até ache que ele tenha tido desafios maiores. Mas isto significa "vender Randy Orton como um imbatível Deus Grego, mesmo que nem sempre nos importemos assim tanto com ele". E também há que ter em conta que... Ele ainda está a ser posto à prova. Após uma boa corrida com os Shield, em que ficou bem over com os fãs, agora que se emancipou dos seus companheiros e estão a apostar nele com força a mais, começam a expôr-se as suas fraquezas. E afinal os outros estão mais prontos para o main event e para "derradeiros testes" para o topo do que Reigns.
Mas assim continuaram e o próprio combate era um teste, a ver se entre estes dois talentos de topo, conseguiam provar o que queriam em segundo plano e apresentar um combate entusiasmante. Agora com o público a não se querer voltar tanto para Roman Reigns - só acho piada à quantidade de gente a dizer que nunca gostou dele e que ele nunca foi bom, como se isso se manifestasse há uns meses atrás - e com Randy Orton já na lista dos "veremos como te comportas e com quem trabalhas"... Tinham tarefa em mãos. A meu ver, ficou cumprida de forma competente.

Nem sempre o combate com o desenvolvimento mais rápido, mas apresentou qualidade, entusiasmo, equilíbrio e vendeu bem os estados mentais e objectivos de ambos os lutadores. Baseou-se em desenvolvimento progressivo e culminação de spots e finais falsos. Mais um RKO "daqueles", belíssimos para a fotografia, a deixar Roman Reigns forte por conseguir o difícil kickout. Tinham-no já bem vendido ali, mas ainda foi mais longe e conseguiu a vitória limpa com um Spear que também não se saiu nadinha mal para a fotografia.

Não se esperava que fosse dos combates da noite e não o foi. Mas não matou o clima e até pode ter superado algumas expectativas com a forma como se desenrolou no final. Roman Reigns continua a ser disparado em direcção ao topo e Orton, não se sabe se já está na fase de colocar malta over sem perder o seu estatuto de main event - contam-se já Daniel Bryan e Roman Reigns - ou se ainda vai apanhar o Cena no gordo e redondo número de reinados. Fica a dúvida se ainda há muitos mais desenvolvimentos para esta feud e o que estará a seguir para Reigns. Irá, eventualmente, culminar em Brock Lesnar?

Brock Lesnar derrota John Cena pelo WWE World Heavyweight Championship e ganha o título


Começo logo com confissões puramente pessoais e que talvez se inclinem para o lado controverso. Mas já em 2012, não fui assim grande fã do combate deles no Extreme Rules. Todos adoraram ver o Cena levar aquela carga de porrada e eu também a vi, mas o que também vi foi um daqueles típicos combates á SuperCena, só que elevado a 11 na escala de 10. Levou o triplo da porrada, teve um terço da ofensiva do costume, mas quando chegou à hora de ganhar, ganhou. Com o tempo, fui aceitando melhor o combate como uma variação nos habituais combates e pela sua pouco usual violência, a proporcionar umcombate inesperado e realista.

Avançamos dois anos para este combate e ainda mais "outsider" me sinto, quando na verdade, fui ainda menos fã deste e talvez demore mais a aceitar e esteja dependente de umas outras condições mais. Nem é pela questão de termos um part-timer a Campeão outra vez, também me podia incomodar, mas aqui é o menos. Não dá para eu ser fã de um squash, ainda para mais num main event de um PPV grande e a um dos/o principal Face de topo da companhia. O que aqui posso aceitar e compreender é o ponto de vista que já vi de que foi um squash realista, bem feito, mostrou Cena como um duro competidor que não resiste e que foi o passo lógico para fazer de Lesnar o monstruoso Heel que ele é. Ainda por cima disso, é o tipo que acabou com a streak do Undertaker na Wrestlemania, alguma coisa de extraordinária tinha que ter. Pronto, aceito e compreendo isso, mas não tem aí factores que me façam desfrutar totalmente do combate enquanto estou a vê-lo.

Outra coisa que não dá para me cair totalmente bem é que, se não desfruto muito quando um lutador ganha em combates em que apenas usufrui de quatro moves, não tenho muito por onde pegar quando um outro lutador o faz só com um. E tal como também sei que o Cena e outros que tal são melhores que aquilo que demonstram ser, também estou fartinho de saber que Brock Lesnar é um tremendo atleta extraordinário. Muitas maneiras de rebentar um gajo todo, sabe ele. E era disso que estava à espera, em vez disso ficou colado no German Suplex, de modo a ficarem as várias piadas no dia seguinte, quase como se fosse esse o objectivo. Também uso o meu lado compreensivo e vejo que isto fazia parte da estrutura do squash "ele faz o que quiser, como quiser e ganha". E até estava a gostar da sequência inicial que atordoou o Cena, mas eventualmente perdi o entusiasmo. Chegou a um ponto que uma meia dúzia de gatos pingados na plateia começou a cantar "boring" e, sei bem que é uma minoria, mas acabei por concordar com eles.

E por acaso, ao início até estava a gostar bastante. O rápido ataque com um F5 em tom provocador, foi um bom começo e já me deixou a antecipar uma boa bulha. A sequência inicial dos Suplexes também estava a gostar e percebi o seu objectivo - que até pode ser o mesmo que o final, mas prolongou-se demasiado para o meu paladar - e um dos meus momentos favoritos foi o pós-contra-ataque de John Cena, que viu Lesnar a imitar Undertaker na sua forma de levantar e a conseguir levantar-se antes que Cena, que aplicara o Attitude Adjustment, e a fazer troça dele por isso mesmo. Muito bom momento num combate que ainda me deixa um pouco de nariz torcido. Como sou sempre um gajo aberto á aceitação, incomoda-me cada vez menos e acabo por compreender e oferecer toda a confiança à visão dos restantes fãs que gostaram bastante deste combate. E assim deixo ficar.


Uma boa maneira de continuar isto - e até de me fazer elevar o valor deste combate - é fazer com que Cena, ou não apareça, ou apareça muito brevemente e com poucas palavras, sem sorrisinhos. O combate no Night of Champions deveria ser com uma estipulação extrema e um Cena mais negro e focado, sem tempo para taunts ou de olhar para o público sequer, traz ao ringue o seu lado mais violento, aquele capaz de compensar a sua falta de ofensiva do combate anterior, a seu ver e que faça o monstruoso Lesnar berrar de agonia. Até se resume, muito simplesmente, a um Cena interessante. Um plano que veria Cena ganhar mas levar a carga de lenha da vida dele na mesma - o plano que contei não é um squash invertido, Cena apenas ia dar tanto ou quase tanto como levava - para um cash-in de Seth Rollins não faz muito bem ao estatuto de Lesnar, que ficaria com um paupérrimo reinado de um mês. E Rollins ainda ia ter que se ver com ele e aí as coisas ficavam complicadas. Logo o mais evidente é que Lesnar volte a vencer. Só que desta vez, um pouquinho mais à rasca. Por culpa sua, por soltar um Cena que nem o próprio sabia que existia. Mas isto sou só eu para aqui com ideias. Afinal, quem raio sou eu, se nem sequer gostei propriamente do main event acima mencionado?

Com isto já tudo arrumado e com poucos segmentos para comentar - algo mais do que a introdução simples de Hulk Hogan? - creio que já seja altura para deixar o artigo ficar por aqui e deixar a palavra em vocês, que podem e devem comentar acerca dos combates aqui comentados e acerca dos comentários aqui tecidos sobre esses mesmos combates. E estejam à vontade para defender o main event, devem fazê-lo, e já deixei perceber que têm a minha compreensão e aprovação. Com isso, fica de forma muito geral:

"Que balanço geral fazes do SummerSlam de 2014?"

Com isto me despeço e farei por voltar na próxima semana, já com 21 anos, com o cuidado de não falhar, já que vi que afinal nem sempre é levado a bem! Fora isso, espero que fiquem bem, continuem a desfrutar do Verão enquanto dura e até à próxima!

Cumprimentos,
Chris JRM

 
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